P.E.C. Nº 20: Rali de Portugal/1998; colheita «vintage»...



Dentro da vasta e riquíssima história do Rali de Portugal, a 32ª edição da prova, disputada em 1998, faz apelo bem forte às melhores memórias dos adeptos da modalidade.

A trama, digna dos mais inspirados guiões de Hollywood, reuniu à época todos os condimentos para captar e prender a atenção dos espectadores: um 'elenco' de luxo, intensas doses de ação e drama, reviravoltas inesperadas, emotividade a rodos e um final carregado de tensão e incerteza.

Poderíamos socorrer-nos de muitos adjetivos para descrever as peripécias do Rali de Portugal de 1998.

Porém, pensamos que 45 minutos de imagens que partilhamos consigo neste trabalho, são mais que suficientes para compreender com exatidão o desenrolar da prova e a intensidade competitiva que a caracterizou.

À partida em Matosinhos apresentaram-se 116 equipas: dos melhores pilotos e carros do mundo, até à lendária Renault 4L do Eng.º Pinto dos Santos, que tanto carinho e atenção sempre suscitou nos aficionados.

Volvidos 1.781,81 quilómetros de prova, dos quais 380,18 de 'solo sagrado' pisado pelas máquinas da nossa devoção em luta sem quartel contra o cronómetro, após 4 dias de Rali os dois primeiros classificados viriam a terminar separados por escassos 2,1 segundos: a menor diferença registada na história do Rali de Portugal e, ainda hoje, uma das menores de sempre no âmbito do Campeonato do Mundo de Ralis.

Estes eram os dias gloriosos do Rali de Portugal.

Na edição de 1998 apresentaram-se à partida 8 pilotos (Burns, Makkinen, Vatanen, Kankkunen, Sainz, McRae, Gronholm e Auriol) que eram à data, ou viriam a tornar-se, campeões do mundo de Ralis.

Nos mesmos moldes, inscreveram-se na prova 4 pilotos (Peres, Adruzilo, Matos Chaves e Miguel Campos) que eram ou tornar-se-iam posteriormente campeões nacionais de Ralis, sem esquecer Rui Madeira, vencedor da Taça FIA de Grupo 'N' em 1995.

Se a luta pela vitória à geral prometia muito, dada a valia dos principais nomes em compita, há a acrescentar que além dos citados pilotos galardoados com o título de campeão do mundo de Ralis, exibiam-se nas classificativas portuguesas nomes como Rovanpera, Eriksson, Loix, Markko Martin, ou Piero Liatti, quase todos eles com vitórias à geral nos seus curricula em provas do mundial.

Eram tempos em que o contingente português pedia descomplexadamente meças à concorrência internacional.

Miguel Campos, navegado por Carlos Magalhães (hoje parceiro de aventuras de Bruno Magalhães no Intercontinental Rally Challenge), era um jovem extremamente promissor, carregado de ambição, que no seu Mitsubishi do agrupamento de Produção prometia à partida para a prova bastantes dores de cabeça aos seus adversários diretos, dos quais se destacava o uruguaio Gustavo Trelles, à altura campeão do mundo do respetivo agrupamento.

No contexto das duas rodas motrizes, Adruzilo Lopes no saudoso Peugeot 306 da equipa Peugeot Portugal e os dois Renault Mégane Maxi da Renault Gest Galp, tripulados pelo desconcertante José Carlos Macedo e pelo regularíssimo Pedro Azeredo, punham em sentido os valorosos adversários internacionais, alguns deles ao volante de carros oficiais, como Rovanpera, Oriol Gomez, Mark Higgins, Kenneth Eriksson, Baumschlager, ou o sempre saudoso e espetacular Marc Duez.

Estes eram os tempos em que Luís Ramalho, cotado como um dos melhores navegadores portugueses da atualidade, punha à prova os seus talentos de condução ao volante de um Seat Ibiza, cujo troféu da marca espanhola se perfilava como um autêntico viveiro de campeões em Portugal.

Após épocas na velocidade e nos monolugares, José Pedro Fontes ensaiava também o tirocínio para os Ralis, tripulando já na altura de forma deveras promissora um dos Ibiza da competição organizada pela Seat.

Victor Pascoal, em liça pelo título absoluto de pilotos na temporada de 2010, apresentava-se neste Rali de Portugal na qualidade de navegador de Rodrigo Ferreira, ainda e sempre no âmbito do troféu da marca de Martorell.

O contingente internacional, visto à distância de 12 anos, apresentava também algumas curiosidades.

Marc Marti, antigo navegador de Carlos Sainz e Dani Sordo, sentava-se no banco do lado direito de um dos Seat de 2 rodas motrizes da equipa oficial, coadjuvando Oriol Gomez na tarefa de vencer a F2 no Rali de Portugal desse ano.

Phil Mills, que fez carreira e foi campeão do mundo em 2003 ao lado de Petter Solberg, era naquela época navegador do pluricampeão inglês de Ralis Mark Higgins, num dos Nissan Almera oficiais.

Por seu turno o atual navegador do mais novo dos irmãos Solberg, Chris Patterson, alinhava à partida na qualidade de navegador do desconhecido Nigel Heath, num Subaru Impreza do agrupamento de produção.

Resistiram às peripécias e dureza deste tão espetacular quão seletivo Rali 47 equipas, que se apresentaram à chegada a Matosinhos cumpridas 28 classificativas de prova.

É esse registo, em imagens, que temos o prazer de partilhar convosco, bem como alguma outra informação que reputamos ser de interesse para os nossos visitantes.

Porém, não poderíamos terminar este nosso trabalho sem fazer três alusões muito especiais.

Uma, aos muito saudosos Guias das 'AIFA, edições', que à época faziam uma radiografia meticulosa à prova, muito informativa nos aspetos que mais interessavam aos adeptos e espetadores: foi neles que em grande medida nos inspiramos para levar a cabo o presente trabalho.

Outra, a Adruzilo Lopes, à época portador do título nacional absoluto de pilotos, que antes da prova, justamente no âmbito dos Guias 'AIFA', ajudava-nos a desvendar os segredos das 28 classificativas que compunham o Rali.

Para finalizar, por ser da mais elementar justiça, um agradecimento ao João Costa por toda a informação que sem reservas colocou ao nosso dispor para a realização desta singela evocação ao eternamente memorável Rali de Portugal, versão 1998.

ESTRUTURA DA PROVA:

1) 21 DE MARÇO DE 1998:
- 14h00m/19h00m (Verificações técnicas).

2) 22 DE MARÇO DE 1998:
- 7h00m/11h00m (Verificações técnicas).
1ª ETAPA/1ª SECÇÃO:
- 13h15m (Partida: Matosinhos - Câmara Municipal);
- 15h00m (P.E.C. Nº 1: 'Lousada');
- 17h05 (Chegada: Matosinhos - Exponor).

3) 23 DE MARÇO DE 1998:
1ª ETAPA/2ª SECÇÃO:
- 5h00m (Partida: Matosinhos - Exponor);
- 5h53m/6h03m (Assistência: Lousada);
- 6h31m (P.E.C. Nº 2: 'Santa Quitéria 1');
- 7h08m (P.E.C. Nº 3: 'Fafe/Lameirinha 1');
- 7h32m (P.E.C. Nº 4: 'Luílhas 1');
- 8h57m (P.E.C. Nº 5: 'Vizo/Celorico de Basto 1');
- 9h44m (Chegada/Assistência: Lixa - feira).
1ª ETAPA/3ª SECÇÃO:
- 10h04m (Partida: Lixa - Feira);
- 12h28m (P.E.C. Nº 6: 'Sever do Vouga');
- 13h02m/13h22m (Assistência: Circuito de Ralicross de Sever do Vouga);
- 13h41m (P.E.C. Nº 7: 'Ladário/Oliveira de Frades');
- 15h19m (P.E.C. Nº 8: 'Viseu');
- 16h07m (Chegada/Assistência: Viseu - feira de São Mateus).
1ª ETAPA/4ª SECÇÃO:
- 16h27m (Partida: Viseu - feira de São Mateus);
- 17h27m (P.E.C. Nº 9: 'Mortazel 1');
- 18h00m (P.E.C. Nº 10: 'Mortágua 1');
- 19h34m (Assistência: Viseu - feira de São Mateus);
- 20h19m (Chegada: Viseu - feira de São Mateus).

4) 24 DE MARÇO DE 1998:
2ª ETAPA/1ª SECÇÃO:
- 7h15m (Partida: Viseu - feira de São Mateus);
- 7h17m/7h27m (Assistência - feira de São Mateus);
- 7h59m (P.E.C. Nº 11: 'Bertelhe');
- 9h19m (P.E.C. Nº 12: 'Mortazel 2');
- 9h52m (P.E.C. Nº 13: 'Mortágua 2').
- 10h24m (Chegada/Assistência: aeródromo de Mortágua).
2ª ETAPA/2ª SECÇÃO:
- 10h44m (Partida: aeródromo de Mortágua);
- 11h29m (P.E.C. Nº 14: 'Tábua');
- 12h20m (P.E.C. Nº 15: 'Arganil/Secarias');
- 13h13m (P.E.C. Nº 16: 'Salgueiro/Lomba');
- 13h39m (Chegada: Arganil - feira).
2ª ETAPA/3ª SECÇÃO:
- 13h59m (Partida: Arganil - feira);
- 14h23m (P.E.C. Nº 17: 'Góis');
- 15h13m (P.E.C. Nº 18: 'Lousã');
- 15h57m (P.E.C. Nº 19: 'Pedrógão Grande');
- 16h32m (P.E.C. Nº 20: 'Figueiró dos Vinhos');
- 20h40m (Assistência: Matosinhos - Senhora da Hora);
- 21h40m (Chegada: Matosinhos - Exponor).

5) 25 DE MARÇO DE 1998:
3ª ETAPA/1ª SECÇÃO:
- 6h45m (Partida: Matosinhos - Exponor);
- 7h58m/8h08m (Assistência: Lousada - Circuito de Ralicross);
- 8h22m (P.E.C. Nº 21: 'Lousada/Campelos');
- 8h56m (P.E.C. Nº 22: 'Santa Quitéria 2');
- 9h33m (P.E.C. Nº 23: 'Fafe/Lameirinha 2');
- 9h57m (P.E.C. Nº 24: 'Luílhas 2');
- 11h06m (Chegada/Assistência: Vieira do Minho - feira).
3ª ETAPA/2ª SECÇÃO:
- 11h26m (Partida: Vieira do Minho - feira);
- 11h44m (P.E.C. Nº 25: 'Vieira/Cabeceiras');
- 12h53m (P.E.C. Nº 26: 'Vizo/Celorico de Basto 2');
- 13h23m (P.E.C. Nº 27: 'Seixoso');
- 13h55m (Chegada/Assistência: Amarante - estádio de futebol).
3ª ETAPA/3ª SECÇÃO:
- 14h15m (Partida: Amarante - estádio de futebol);
- 14h41m (P.E.C. Nº 28: 'Amarante');
- 16h20m/16h40m (Assistência: Matosinhos - Senhora da Hora);
- 17h00m (Chegada: Matosinhos - Câmara Municipal).

AS CLASSIFICATIVAS:

P.E.C. Nº 1 - LOUSADA (3,88 quilómetros):

INÍCIO e FINAL: (41°16'1.04"N - 8°17'36.86"W).



ADRUZILO LOPES:
"Uma classificativa que proporciona um grande espetáculo!!! Em termos de segurança para o público não há quaisquer problemas, mas nós concorrentes já temos de ter alguns cuidados, porque tratando-se de um troço com apenas três quilómetros pode-se perder muito e ganhar bastante pouco no caso do piloto se decidir por uma condução mais agressiva. Veja-se o que aconteceu no passado com o François Delecour que desistiu em Lousada por duas vezes..."

P.E.C. Nº 2 e 22 - SANTA QUITÉRIA (9,02 quilómetros):

INÍCIO: No largo de Santa Quitéria, 1 km depois de do km 38,9 da EN 207, em direção de Santa Quitéria, CM 1172 (41°22'32.04"N - 8°11'46.69"W); 

FINAL: A 3 km do cruzamento do km 39,6 da EN 207 (41°23'30.65"N - 8°11'44.05"W).



ADRUZILO LOPES:
"Com Santa Quitéria entramos na zona de Fafe/Felgueiras, um lugar muito importante para os ralis nacionais pelo carinho que esta região demonstra pela modalidade. O troço em si, é muito bonito e com sítios espetaculares para o público, como o primeiro gancho, logo no início, ou, depois, a zona da lixeira onde se pode ver os carros durante algum tempo. Os espectadores podem ainda deslocar-se à famosa zona da casa onde a classificativa quase se cruza. De resto, esta é a prova de classificação que eu disputo mais perto de minha casa!!"

P.E.C. Nº 3 e 23 - FAFE/LAMEIRINHA (15,18 quilómetros):

INÍCIO: No mesmo local da antiga classificativa da Lameirinha, na povoação de Lameira, km 62,3 da EN 206 (41°26'43.31"N - 8° 5'31.77"W);

FINAL: Junto ao cemitério/igreja na povoação de Lagoa (41°30'37.85"N - 8°5'30.24"W).



ADRUZILO LOPES:
"As classificativas de Fafe caracterizam-se pelo bom piso e esta, como é óbvio, não foge à regra. Sendo um troço já tradicional do Tap Rali de Portugal, por sinal muito rápido, penso que a zona de transição do asfalto para terra é sempre um local interessante para o público, sobretudo para aquele que não se deslocar, como é hábito, para o conhecidíssimo salto, um sítio que nos cria sempre muitas dificuldades pelo elevado número de pessoas que aí se encontram."

P.E.C. Nº 4 e 24 - LUÍLHAS (10,53 quilómetros):

INÍCIO: 1,2 km após o lugar de Lagoa, junto à estrada de alcatrão do antigo troço de Fafe (41°31'31.84"N - 8°5'31.94"W);

FINAL: 400 metros antes do cruzamento com a EM Fafe/Póvoa de Lanhoso, a 7 km do Km 74 da EN 205 (41°32'8.72"N - 8°10'7.07"W).



ADRUZILO LOPES:
"À semelhança das duas «especiais» anteriores, também aqui não existem diferenças em relação ao que já foi visto e percorrido o ano passado. De qualquer forma, Luílhas é sempre um troço com características totalmente diferentes de todos os outros que se disputam na zona de Fafe. Bastante mais encadeada, esta classificativa não me parece ser tão natural como as outras, embora continue a ser muito rápida e capaz de gerar alguns percalços, como já aconteceu a alguns pilotos nacionais. De qualquer modo, gosto bastante de a fazer. Aqui sinto-me no meu jardim."

P.E.C. Nº 5 e 26 - VIZO/CELORICO DE BASTO (11,79 quilómetros):

INÍCIO: 80 metros após o km 64,9 da EN 206 (Fafe-Cabeceiras) (41°26'49.86"N - 8°4'7.81"W);

FINAL: A 100 metros do asfalto no cruzamento com o km 15,7 da EN 101-4 (41°21'58.80"N - 8°4'38.47"W).



ADRUZILO LOPES:
"O Vizo/Celorico de Basto é outra classificativa bastante bonita de percorrer mas que tem a grande particularidade de possuir um piso muito escorregadio e que não é tão duro como os outros troços desta zona. Quanto a sítios bons para ver, eles não faltam. Particularmente o salto que fizeram e que me parece mais interessante até que o de Lameirinha, porque os carros andam mais tempo no ar voando muito para a frente. No meio do troço, a passagem pelo asfalto também é muito atraente do ponto de vista do espectador, principalmente a entrada neste local."

P.E.C. Nº 6 - SEVER DO VOUGA (14,73 quilómetros):

INÍCIO: A 6,5 km do km 16,4 da EN 328 (40°44'41.98"N - 8°24'41.70"W);

FINAL: A 2,14 km após o cruzamento da EM com o km 17,8 da EN 328, mesmo à entrada para a terra (40°43'47.03"N - 8°23'27.22"W).



ADRUZILO LOPES:
"Chegando a Sever do Vouga, entramos numa fase completamente diferente da prova, muito mais demolidora e exigente para as mecânicas, Apesar de se tratar de uma classificativa feita ao contrário do que conhecemos o ano passado, parece-me que a zona da casa do Guarda e o gancho que, agora, fica no início do troço, continuam a ser locais muito interessantes para o espectador. Isto, sem esquecer aquela que passa a ser a parte final e que em 97 era o início. Também aqui, os espectadores se podem deliciar com a passagem dos concorrentes."

P.E.C. Nº 7 - LADÁRIO/OLIVEIRA DE FRADES (11,22 quilómetros):

INÍCIO: A 5 km do cruzamento do km 30,3 da EN 328 (40°41'45.47"N - 8°18'7.85"W);

FINAL: Na saída 10 do IP5, sair para Oliveira de Frades + 3,2 km em Reigoso à esquerda para Antelas + 4,7 km até ao final da PEC em Antelas (40°42'52.20"N - 8°15'7.89"W).



ADRUZILO LOPES:
"O ano passado, lembro-me que esta classificativa tinha muita terra solta e, por isso, era bastante dura para as mecânicas. Quanto à parte inicial que passa a ser agora a final, porque o troço é disputado ao contrário, penso que a televisão continua a ter razões para al se deslocar, porque a zona é bastante interessante e muito rápida, até se chegar ao gancho à direita. Depois, a zona do meio do troço não me parece muito interessante, mas já a parte final conhece, de novo, motivos que justificam uma caminhada."

P.E.C. Nº 8 - VISEU (22,42 quilómetros):

INÍCIO: No cruzamento da EM/EF com a povoação de Travessa do Rossio/Travessa da Escola, 2 km depois do km 99,5 da EN 323 (40°47'51.27"N - 7°49'25.17"W);

FINAL: A 1 km do aeródromo de Viseu (40°43'29.83"N - 7°52'56.25"W).



ADRUZILO LOPES:
"Viseu é mais uma classificativa tradicional neste Rali. Sendo uma das maiores da prova é, por consequência, uma das mais duras, devido à sua extensão e estado do piso. De qualquer forma, é um troço que me agrada bastante porque possui curvas longas, bem desenhadas, e rápidas, sobretudo no início e no fim, onde se atingem velocidades muito elevadas. Só por isso, penso que o público tem razões para ali acorrer em grande número, como aliás tem acontecido em anos anteriores."

P.E.C. Nº 9 e 12 - MORTAZEL (18,74 quilómetros):

INÍCIO: 500 metros depois do cruzamento da EM com o km 64,5 da EN 228 (40°29'4.39"N - 8°12'16.09"W);

FINAL: A 600 metros da povoação de Vila Pouca (40°26'47.65"N - 8°16'22.27"W).



ADRUZILO LOPES:
"Mortazel é um troço novo de nome mas idêntico ao de Vila Pouca do ano passado, só que, desta feita, é percorrido em sentido contrário. De qualquer forma, continua a ser um troço que me parece ser um dos mais duros da prova, pelo facto de utilizarmos alguns corta-fogos. Lembro-me que em 97 havia muitas pedras soltas. Por isso, é uma classificativa muito importante, já que tanto se pode ganhar muito tempo aos adversários como perder tudo. Há que encontrar um certo equilíbrio para fazer um bom tempo e poupar a mecânica."

P.E.C. Nº 10 e 13 - MORTÁGUA (17,15 quilómetros):

INÍCIO: Na EM, a 3,6 km de Vila Pouca (40°27'32.57"N - 8°16'13.81"W);

FINAL: A 100 metros do aeródromo de Mortágua (40°25'45.78"N - 8°14'1.11"W).



ADRUZILO LOPES:
"Mortágua é praticamente semelhante ao troço que fizemos o ano passado, à exceção dos quatro primeiros quilómetros. De qualquer forma, continua a ser uma classificativa muito parecida com Mortazel, onde a dureza dos corta-fogos pode danificar bastante a mecânica do carro se o piloto não tiver cuidado de fazer uma condução cautelosa. Mas não muito, porque se os adversários decidem arriscar, a diferença de tempos que se regista no final é enorme. Portanto, há que continuar a manter um certo equilíbrio em termos de performances."

P.E.C. Nº 11 - BERTELHE (11,98 quilómetros):

INÍCIO: Na EN 2, km 159,2, virar para Almargem, Várzea, + 100 m em frente, + 1,6 kms na entrada da povoação à direita em terra, + 3 kms em frente (entra na PEC de Viseu disputada no dia anterior) + 1 km até ao início (40°45'5.89"N - 7°50'42.84"W);

FINAL: A 1 km do aeródromo de Viseu (40°43'29.83"N - 7°52'56.25"W).



ADRUZILO LOPES:
"Bertelhe mais não é do que os últimos 11 quilómetros do troço de Viseu que fizemos anteriormente, pelo que tudo o que foi dito desta classificativa se aplica neste caso. Ou seja, estamos em face um troço novamente muito rápido onde se pode voltar a adquirir um bom ritmo."

P.E.C. Nº 14 - TÁBUA (13,46 quilómetros):

INÍCIO: Na porta da ETAR, em Tábua, junto ao km 64,3 da EN 337 (40°21'45.13"N - 8°0'48.66"W);

FINAL: No lugar de São João da Boavista, a 3,4 km da EN 17, km 60,4 (40°20'22.34"N - 8°0'37.12"W).



ADRUZILO LOPES:
"Na sua essência é igual a 1997, só que, desta feita, é percorrida em sentido contrário. Continua a ser um troço muito variado. O início é um pouco largo, com um piso que não é muito duro, embora se note que é ligeiramente escorregadio. Depois, dois ou três quilómetros mais à frente, o público tem uma boa oportunidade de assistir a uma zona espetacular de várias lombas seguido de um cruzamento também muito interessante. No final, o último gancho à direita junto à Estrada Nacional é aconselhável."

P.E.C. Nº 15 - ARGANIL/SECARIAS (28,80 quilómetros):

INÍCIO: Em Relva Velha, 700 metros após o cruzamento da EM com o km 20,4 da EN 344 (40°13'0.88"N - 7°54'17.30"W);

FINAL: 360 metros antes do km 79,1 da EN 337, junto à ponte de Secarias (40°14'49.12"N - 8°2'10.50"W).



ADRUZILO LOPES:
"Embora a parte final seja nova, grande parte do troço permanece igual ao de Arganil/Coja do ano passado, e continua a ser a classificativa mais longa do Rali. É também a mais dura, pela sua extensão. O início até se faz sobre bom piso e de uma forma muito rápida até à primeira aldeia, mas a partir daí, para os carros de F2 é que tudo se complica porque se trata de uma zona muito íngreme até ao cruzamento da "casa do PPD". A chegada ao Alqueve é muito bonita para os espectadores por ter muitas curvas encadeadas."

P.E.C. Nº 16 - SALGUEIRO/LOMBA (10,41 quilómetros):

INÍCIO: No final da povoação de Salgueiro (40°11'41.49"N - 7°58'49.87"W);

FINAL: No chafariz da povoação de Lomba (40°12'24.37"N - 8°2'2.23"W).



ADRUZILO LOPES:
"Esta classificativa é, talvez, a menos interessante de ver para o público e de percorrer para os concorrentes. Apesar de tudo, se os espectadores quiserem, podem sempre deslocar-se para o cruzamento de Selada das Eiras, talvez o melhor local para assistirem. A partir daí, faz-se uma zona rápida até à chegada dos ganchos, já na parte final, onde a única coisa que há para ver são as travagens fortes que se fazem para colocar o carro nas curvas."

P.E.C. Nº 17 - GÓIS (12,78 quilómetros):

INÍCIO: 4 kms, depois de Celavisa, em Pracerias à saída (40°10'50.13"N - 8°2'3.29"W);

FINAL: 330 metros antes do km 2,2 da EM 543 (Góis/Colmeal) (40°8'40.91"N - 8°6'36.88"W).



ADRUZILO LOPES:
"De todos os troços do Rali, este é, inquestionavelmente, o que mais me agrada. O piso é excelente e tudo começa a subir, com curvas muito rápidas, bem desenhadas e largas a ponto de me fazer lembrar a condução em asfalto. Para os espectadores, esta zona é também muito interessante, como é a chegada ao cruzamento, antes de se entrar numa parte nova mas já utilizada num Rali Oliveira do Hospital. Lembro-me que na zona das antenas, o público consegue ver os carros durante muito tempo."

P.E.C. Nº 18 - LOUSÃ (10,47 quilómetros):

INÍCIO: Nas proximidades da estação da Lousã, na povoação de Cacilhas (40°6'14.06"N - 8°15'6.65"W);

FINAL: A 300 metros do km 27,1 da EN 336 (Lousã/Castanheira de Pera) (40°4'2.05"N - 8°14'5.77"W).



ADRUZILO LOPES:
"Lousã é outro dos troços tradicionais do Rali de Portugal e, por sinal, bastante interessante, muito largo, e com curvas em que é preciso desenhar bem as trajetórias. Só o piso é que não é tão bom como deveria ser porque tem muitas pedras. Por isso esta classificativa se reveste de um aspeto algo demolidor, embora seja deveras espetacular para o espectador. Principalmente no primeiro gancho à direita, se bem que a parte final, em asfalto, também seja interessante."

P.E.C. Nº 19 - PEDRÓGÃO GRANDE (10,65 quilómetros):

INÍCIO: No km 50,6 da EN 236 (39°59'50.90"N - 8°10'15.11"W);

FINAL: A 800 da saída 7, do IC8 (km 88) (39°56'3.18"N - 8°10'39.01"W).



ADRUZILO LOPES:
"Pedrógão Grande é uma classificativa que sacrifica bastante a mecânica dos carros, por se disputar num piso muito duro, já que voltamos a utilizar alguns corta-fogos. Lembro-me que a parte inicial é muito bonita e larga até chegar à zona de entrada nos referidos corta-fogos, que não são interessantes nem para nós nem para o público. No final, as coisas animam outra vez, porque há uma sequência de lombas muito rápidas em que os carros levantam do chão porque vimos muito, mas mesmo muito depressa."

P.E.C. Nº 20 - FIGUEIRÓ DOS VINHOS (10,50 quilómetros):

INÍCIO: No km 62,7 da EN 350 (39°52'40.16"N - 8°17'17.18"W);

FINAL: À entrada da povoação de Vale do Prado (39°50'10.95"N - 8°18'38.58"W).



ADRUZILO LOPES:
"Tirando a fase final que é mais estreita e com pior piso, esta classificativa é bastante larga quase na sua totalidade possuindo curvas muito interessantes. A saída da ponte e a entrada no antigo troço de Figueiró permite-nos andar durante algum tempo em asfalto, até entrarmos de novo em terra e numa zona em que os espectadores podem tirar partido do espetáculo. Depois, no final, como disse, por ser mais estreito e o piso bastante mau, o interesse é quase nulo."

P.E.C. Nº 21 - LOUSADA/CAMPELOS (8,05 quilómetros):

INÍCIO: A 1,3 kms do cruzamento do km 21,1 da EN 207 (41°17'1.00"N - 8°17'36.40"W);

FINAL: Na EM a 3 km da povoação de Barrosas (41°18'46.36"N - 8°17'26.47"W).



ADRUZILO LOPES:
"Este é o único troço do Rali que é completamente novo mas eu conheço parte desta classificativa devido a um passeio num carro de todo-o-terreno que fiz por esta zona. E do que me apercebi, acho que se trata de uma classificativa muito semelhante a Santa Quitéria mas mais rápida porque é mais larga. De resto, também as curvas são bastante amplas o que deve dar segurança aos espectadores."

P.E.C. Nº 25 - VIEIRA/CABECEIRAS (27,35 quilómetros):

INÍCIO: Na estrada florestal a 8 km do largo da feira de Vieira do Minho (41°39'36.88"N - 8°4'11.75"W);

FINAL: A 2 km de Abadim, com acesso pela antiga Ponte da Cabreira (41°32'39.17"N - 7°59'13.02"W).



ADRUZILO LOPES:
"É o segundo maior troço do rali e porque é um dos tradicionais, consegue ser, também, um dos mais duros. Para mim, esta classificativa não me deixa boas recordações, pois foi aqui que desisti há dois anos. A parte inicial, não sendo muito interessante, acaba por ter algumas zonas agradáveis para o público. Depois, entramos numa parte mais larga e também muito dura, até ao final que já me agrada mais. Pela extensão e o tipo de piso, por norma, este troço gera sempre diferenças significativas de tempos."

P.E.C. Nº 27 - SEIXOSO (7,61 quilómetros):

INÍCIO: EM de Seixoso, 1 km após o km 6,6 da EN 101-4 (41°21'11.54"N - 8°8'10.87"W);

FINAL: 300 metros antes do empedrado da povoação de Cidral (Lixa) (41°19'56.36"N - 8°6'57.13"W).



ADRUZILO LOPES:
"O Seixoso é um troço muito semelhante ao de Luílhas e, por isso, com características um pouco artificiais. De qualquer forma, não deixa de ser uma classificativa interessante para o piloto e para o público que sempre tem oportunidade de ver o espetáculo que é a passagem pela zona do charco. Não é, por isso, de admirar que se concentre aí um grande número de pessoas, se bem que logo a seguir exista um salto muito interessante, com visibilidade e segurança para os espectadores."

P.E.C. Nº 28 - AMARANTE (11,05 quilómetros):

INÍCIO: No km 147,7 da EN 101 (Amarante/Mesão Frio) (41°13'3.73"N - 7°59'19.82"W);

FINAL: A 3,4 kms da EN 101-5, km 2,7 (41°13'5.46"N - 8°3'22.82"W).



ADRUZILO LOPES:
"Só conheço metade deste troço, porque o resto é novo. A parte do Carvalho do Rei que nós utilizamos em 1996 parece-me ser bastante interessante para ver os carros de tração total, porque é largo e tem curvas rápidas. Depois, entramos numa zona estreita sem interesse até chegarmos a outra parte rápida. Claro está que quero chegar ao final do troço e ficar a conhecê-lo na sua totalidade, porque é bom sinal. Sinal que cheguei ao fim!!!"

RESUMOS SIC:

1ª PARTE:
(http://www.youtube.com/watch?v=KP8dEHpwdeI)
video

2ª PARTE:
(http://www.youtube.com/watch?v=KNgaKBltQWM)
video

3ª PARTE:
(http://www.youtube.com/watch?v=H4HcbWjbniw)
video

4ª PARTE:
(http://www.youtube.com/watch?v=zJEFt43U3gk)
video

5ª PARTE:
(http://www.youtube.com/watch?v=6V9Y2ol2XCQ)
video

CLASSIFICAÇÃO FINAL:
(http://www.rallybase.nl/index.php?type=result&rallyid=59)

1) Colin McRae/Nicky Grist - Subaru Impreza WRC: 4h:20m:58,1 segs;
2) Carlos Sainz/Luís Moya - Toyota Corolla WRC: + 2,1 segs;
3) Freddy Loix/Sven Smeets - Toyota Corolla WRC: + 45,8 segs;
4) Richard Burns/Robert Reid - Mitsubishi Carisma GT Evo 4: + 53,1 segs;
5) Ari Vatanen/Fred Gallagher - Ford Escort WRC: + 3.20,2 segs;
6) Piero Liatti/Fabrizia Pons - Subaru Impreza WRC: + 3.24,2 segs;
7) Juha Kankkunen/Juha Repo - Ford Escort WRC: + 3.36,9 segs;
8) Grégoire De Mévius/Jean-Marc Fortin - Subaru Impreza WRC: + 6.59,0 segs;
9) Rui Madeira/Nuno Rodrigues da Silva - Toyota Celica GT-Four: + 10.24,1 segs;
10) Krzysztof Hołowczyc/Maciej Wislawski - Subaru Impreza WRC: + 11.58,1 segs;
11) Jean-Pierre Richelmi/Thierry Barjou - Subaru Impreza 555: + 18.15,2 segs;
12) Aleksandr Nikonenko/Viktor Timkovski - Ford Escort WRC: + 18.49,0 segs;
13) Pedro Matos Chaves/Sérgio Paiva - Toyota Corolla WRC: + 18.56,4 segs;
14) Adruzilo Lopes/Luís Lisboa - Peugeot 306 Maxi: + 19.51,2 segs;
15) Volkan Işık/İlham Dökümcü - Toyota Celica GT-Four: + 23.23,8 segs;
16) Gustavo Trelles/Jorge del Buono - Mitsubishi Lancer Evo 4: + 26.43,4 segs;
17) Gustavo Louro/Tiago Azevedo - Ford Escort RS Cosworth: + 29.44,8 segs;
18) Manfred Stohl/Peter Müller - Mitsubishi Lancer Evo 3: + 31.13,6 segs;
19) Frédéric Dor/Didier Breton - Subaru Impreza WRC: + 31.48,5 segs;
20) Oriol Gómez/Marc Marti - Seat Ibiza GTI 16V Evo 2: + 31.49,4 segs;
21) Miguel Campos/Carlos Magalhães - Mitsubishi Carisma GT: + 32.06,2 segs;
22) Luís Climent/Alex Romaní - Mitsubishi Lancer Evo 3: + 34.01,7 segs;
23) Kris Rosenberger/Per Carlsson - Volkswagen Golf Kit Car: + 34.11,9 segs;
24) Wayne Bell/Iain Stewart - Hyundai Coupé: + 36.05,7 segs;
25) Roberto Sánchez/Edgardo Galindo - Subaru Impreza 555: + 37.38,9 segs;
26) José Araújo/Octávio Araújo - Nissan Almera Kit Car: + 42.43,7 segs;
27) Hamed Al-Wahaibi/Terry Harryman - Mitsubishi Lancer Evo 4: + 49.15,7 segs;
28) Olivier Privé/Lionel Satta - Mitsubishi Lancer Evo 3: + 52.09,1 segs;
29) Vítor Lopes/José Janela - Citroën Saxo VTS: + 55.08,4 segs;
30) Stuart Coupe/Alan Whittaker - Mitsubishi Carisma GT: + 1:01.21,0 segs;
31) José Pedro Fontes/João Batista - Seat Ibiza GTI 16V: + 1:12.08,9 segs;
32) Rodrigo Ferreira/Víctor Pascoal - Seat Ibiza GTI 16V: + 1:14.42,8 segs;
33) Ken Skidmore/Andy Tatham - Subaru Impreza WRX: + 1:17.51,2 segs;
34) António Faria/Pedro Cerqueira - Volkswagen Golf GTI 16V: + 1:20.56,0 segs;
35) Nigel Heath/Chris Patterson - Subaru Impreza WRX: + 1:21.54,3 segs;
36) José Cunha/José Nunes - Lancia Delta HF Integrale: + 1:22.08,9 segs;
37) Lígia Albuquerque/Vítor Fernandes - Seat Ibiza GTI 16V: + 1:26.25,4 segs;
38) António Gravato/Carlos Tenreiro - Renault Clio Williams: + 1:28.08,0 segs;
39) Luís Ramalho/Redwan Cassamo - Seat Ibiza GTI 16V: + 1:28.16,4 segs;
40) Gérard Capré/Jean-Alexandre Iannalfo - Nissan Sunny GTI-R: + 1:29.28,4 segs;
41) José Cerqueira/Sampaio Rodrigues - Seat Ibiza GTI 16V: + 1:37.09,7 segs;
42) Toni Gassó/Benet Pujol - Seat Ibiza GTI 16V: + 1:44.02,9 segs;
43) José Esturao/José Alfredo Álvarez - Seat Ibiza GTI 16V: + 1:47.50,4 segs;
44) Miguel Matias/António Manuel - Nissan Micra 1.3 Super A: + 1:48.22,3 segs;
45) Paulo Guimarães/Rui Tavares - Renault Clio 16S: + 1:52.10,8 segs;
46) José Pessoa/Duarte Silva - Fiat Cinquecento Sporting: + 2:12.03,4 segs;
47) António Pinto dos Santos/José Pinto dos Santos - Renault 4 GTL: + 2:24.27,0 segs.

DESISTÊNCIAS:

- Tommi Mäkinen/Risto Mannisenmäki - Mitsubishi Lancer Evo 4: Suspensão (P.E.C. Nº 12);
- Didier Auriol/Denis Giraudet - Toyota Corolla WRC: Caixa de velocidades (P.E.C. Nº 16);
- Marcus Grönholm/Timo Rautiainen - Toyota Corolla WRC: Suspensão (P.E.C. Nº 10);
- Thomas Rådström/Lars Bäckman - Toyota Corolla WRC: Jante solta (P.E.C. Nº 12);
- Uwe Nittel/Tina Thörner - Mitsubishi Carisma GT Evo 4: Motor (P.E.C. Nº 15);
- Harri Rovanperä/Risto Pietiläinen - Seat Ibiza GTI 16V Evo 2: Motor (P.E.C. Nº 17);
- Andrea Dallavilla/Danilo Fappani - Subaru Impreza 555: Perda de roda (P.E.C. nº 22);
- Kenneth Eriksson/Steffan Parmender - Hyundai Coupé: Motor (P.E.C. Nº 6);
- Abdullah Bakhashab/Bobby Willis - Toyota Celica GT-Four: Acidente (P.E.C. Nº 5);
- Mark Higgins/Phil Mills - Nissan Almera Kit Car: Acidente (P.E.C. Nº 9);
- Raimund Baumschlager/Klaus Wicha - Volkswagen Golf Kit Car: Caixa de velocidades (P.E.C. Nº 2);
- Fernando Peres/Ricardo Caldeira - Ford Escort WRC: Suspensão (P.E.C. Nº 2);
- José Carlos Macedo/Miguel Borges - Renault Mégane Maxi: Motor (P.E.C. Nº 11);
- Pedro Azeredo/Fernando Prata - Renault Mégane Maxi; Motor (P.E.C. Nº 11);
- Marc Duez/Luc Manset - Seat Ibiza GTI 16V: Motor (P.E.C. Nº 5);
- Markko Märtin/Toomas Kitsing - Toyota Celica GT-Four: Acidente (P.E.C. Nº 20);
- Jonas Kruse/Bruno Berglund - Renault Mégane Maxi: Acidente (P.E.C. Nº 16);
- Giovanni Manfrinato/Claudio Condotta - Subaru Impreza WRX: Transmissão (P.E.C. Nº 25);
- Giovanni Recordati/Freddy Delorme - Mitsubishi Lancer Evo: Problemas elétricos (P.E.C. Nº 3);
- Manuel Ferreira da Silva/José Pedro Silva - Ford Escort RS Cosworth: Caixa de velocidades (P.E.C. Nº 15);
- Leszek Kuzaj/Krzysztof Gęborys - Mitsubishi Lancer Evo 4: Acidente (P.E.C. Nº 6);
- António Teixeira/Fernando Sousa - Mitsubishi Lancer Evo 4: Incêndio (P.E.C. Nº 5);
- Miguel Cristóvão/João Luz - Mitsubishi Lancer Evo 3: Motivos não apurados (P.E.C. Nº 2);
- Francisco Teixeira/Paulo Moura - Ford Escort RS Cosworth: Direção (P.E.C. Nº 17);
- Augusto Magalhães/José Luís - Mitsubishi Lancer Evo 4: Motor (P.E.C. Nº 13);
- Luís Fonseca/José Alves - Ford Escort RS Cosworth: Motor (P.E.C. Nº 2);
- Francisco Brites/José Luís Teixeira - Renault Clio 16S: Motivos não apurados (P.E.C. Nº 5);
- Carlos Marques/Luís Cavaleiro - Mitsubishi Lancer Evo 3: Motivos não apurados (P.E.C. Nº 11);
- John Morton/Norman Jackson - Lancia Delta HF Integrale: Motivos não apurados (P.E.C. Nº 19);
- Paulo Freire/Miguel Soares - Toyota Celica GT-Four: Caixa (P.E.C. Nº 15);
- José Pereira/Franco Pereira - Subaru Impreza WRX: Caixa (P.E.C. Nº 15);
- Delfim Bastos/António Freitas - Mazda 323 GTR: Exclusão da prova (P.E.C. Nº 20);
- Albino Tristão/António Passos - Ford Escort RS Cosworth: Motor (P.E.C. Nº 15);
- David Scialom/Kevin Clark - Lancia Delta HF Integrale: Motivos não apurados (P.E.C. Nº 14);
- Paulo Duarte/José Ribeiro - Mercedes 190E 2.3 16V: Injeção (P.E.C. Nº 11);
- José Miranda/Luís Costa - Renault Clio Williams: Transmissão (P.E.C. Nº 16);
- Manuel Rolo/António Silveira - Seat Ibiza GTI 16V: Problemas no eixo traseiro (P.E.C. Nº 27);
- Alfonso Navarro/Enrique Morago - Seat Ibiza GTI 16V: Motivos não apurados (P.E.C. Nº 18);
- João Bica/Filipe Fernandes - Peugeot 106 Maxi: Acidente (P.E.C. Nº 12);
- Stéphane Pineau/José Manuel Tavares - Škoda Felicia Kit Car: Motivos não apurados (P.E.C. Nº 6);
- Paulo Correia/António Janeiro - Seat Ibiza GTI 16V: Caixa (P.E.C. Nº 4);
- José Vieira Leite/António Vieira - Volkswagen Golf GTI 16V: Suspensão (P.E.C. Nº 7);
- Fernando Mendanha/Eduardo Viana - Peugeot 306 S16: Motivos não apurados (P.E.C. Nº 1);
- Patrick Pollet/Jean-Philippe Capelli - Peugeot 205 GTI: Motivos não apurados (P.E.C. Nº 3);
- Vítor Calisto/Silva Santos - Citroën ZX 16S: Fuga de óleo (P.E.C. Nº 18);
- Celestino Martins/Rui Losa - Peugeot 205 GTI: Exclusão da prova (P.E.C. Nº 1);
- Jorge Ferreira/Rómulo Gonçalves - Fiat Coupé 16V Turbo: Fuga de óleo (P.E.C. Nº 18);
- Armando Tavares/Mário Feio - Subaru Impreza WRX: Caixa (P.E.C. Nº 7);
- Pedro Cunha Carmo/Duarte Cunha Carmo - Subaru Impreza WRX N: Caixa (P.E.C. Nº 16);
- António Vieira/José Martins - Ford Escort RS Cosworth: Caixa (P.E.C. Nº 4);
- Hélder Pereira/Mário Castro - Subaru Impreza WRX: Motivos não apurados (P.E.C. Nº 1);
- Jean-Marc Roustan/Dominique Pasquier - Peugeot 205 GTI: Motivos não apurados (P.E.C. Nº 13);
- Arlindo Quintas/João Mendes - Renault Clio Williams: Problemas elétricos (P.E.C. Nº 16);
- Miguel Monteiro/José Barros - Ford Escort RS 2000: Motivos não apurados (P.E.C. Nº 11);
- Tony Clements/Andrew Balfour - Honda Civic VTI: Motivos não apurados (P.E.C. Nº 23);
- Manuel Tomaz/Aldino Ramos - Citroën AX GTI: Transmissão (P.E.C. Nº 13);
- A. Fontes Maia/J. Fontes Maia - Nissan Micra 1.3 Super A: Acidente (P.E.C. Nº 14);
- António Pinto/Fernando Santos - Nissan Micra 1.3 Super A: Caixa (P.E.C. Nº 21);
- Marc Micheli/Jean-Charles Chevillon - Škoda Favorit 136L: Motivos não apurados (P.E.C. Nº 6);
- Manuel Aguirre/Luís Delgado - Fiat Cinquecento Sporting: Motivos não apurados (P.E.C. Nº 6);
- Nélson Santos/António Lopes - Fiat Cinquecento Sporting: Fuga de óleo (P.E.C. Nº 9);
- Parcídio Summavielle/Miguel Summaviele - Seat Marbella GL: Caixa (P.E.C. Nº 15);
- Alberto Tobío/Xavier Pereira - Seat Marbella GL: Motivos não apurados (P.E.C. Nº 11);
- António Pimenta/Nóbrega Moura - Citroën AX GTI: Transmissão (P.E.C. Nº 2);
- Pedro Martins/Rui Francisco - Peugeot 205 Rallye: Caixa (P.E.C. Nº 5);
- Humberto Viegas/Jorge Azevedo - Peugeot 106 XSI: Motivos não apurados (P.E.C. Nº 1);
- Armando Silva/José Machado - Peugeot 205 Rallye: Motivos não apurados (P.E.C. Nº 11);
- Miguel Barata/Fernanda Barata - Citroën AX GTI: Motivos não apurados (P.E.C. Nº 12);
- Paula Veloso Amaral/Ariana Silva - Škoda Favorit 136L: Excluídas da prova (P.E.C. Nº 16).

Comentários

  1. Trabalho fabuloso. Lá terei de ir até Figueiró (só conheço a versão de asfalto ao longo do rio até perto de cabaços) e Pedrogão

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  2. Obrigado pelas suas palavras. Tentaremos, logo que possível, desenvolver trabalhos semelhantes relativamente a outras edições do Rali de Portugal.

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