P.E.C. Nº 110: Alta cozinha...


Junte-se o melhor carro de Ralis da atualidade, pilotado por um dos mais qualificados pilotos do mundo, adicione-se uma pitada de requintados sabores [daqueles que apaziguam o estômago e afagam a alma] e deparamo-nos com um menu de degustação, como a foto acima publicada [alusiva ao Rali de França de 2011] propõe, capaz de despertar os sentidos do mais empedernido adepto de Ralis.

Muitos dos aficionados portugueses sentiram na pele, em tempos do outro tempo, as agruras do vento inclemente das serras de Fafe, o frio das noites de Arganil, a chuva diluviana em Ponte de Lima ou o sol abrasivo do Baixo Alentejo e Algarve.

Ontem como hoje, o prazer de ver passar um carro nos limites da classificativa, sabiamente pilotado, tudo compensa e justifica.

Mas se essas agruras se puderem amenizar com uma lauta merenda [preferencialmente baseada naquelas iguarias e pitéus que só Portugal consegue produzir], devidamente ‘navegada’ por um dos nossos néctares de eleição [daqueles que a partir da uva se constrói felicidade], então aí os Ralis ultrapassam a dimensão de um evento desportivo para atingirem o estatuto de entronização festiva, como aliás Nuno Branco, na sua soberba capacidade narrativa, anteriormente tão bem aludiu no texto que poderá ser integralmente lido AQUI.

A FOTO PUBLICADA NO PRESENTE TRABALHO FOI OBTIDA EM:
- http://www.rallye-sport.fr/photos-rallye-de-france-2011/

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