P.E.C. Nº 152: Três fotos que retratam um troço do Rali de Portugal. Qual?




Em período de férias, deve-se aproveitar para fazer aquilo que mais gostamos. 

Nós, Zona-Espectáculo, procuramos por norma o descanso estival para nos entreter com os prazeres da vida: entre outros, a família, os amigos, a leitura, o cinema, ou a gastronomia. 

Mas no verão, contrariando a regra, apetece-nos rotineiramente trabalhar em algo que também nos move ao longo do resto do ano: Ralis! 

É de encontro a essa ideia que aproveitamos as horas de lazer para promover uma espécie de reinterpretação pessoal das «Viagens na minha Terra»

Estamos, é claro, a ‘calendários’ do talento literário dos grandes autores clássicos da literatura portuguesa, designadamente, para o efeito, de Almeida Garrett. 

Mas hoje, como antes, continuamos a defender que a compreensão na plenitude daquilo que o Rali de Portugal significa passa em larga escala por ‘conhecer o terreno’

Nessa medida ir aos troços, radiografá-los com a maior abrangência possível, percorrer partes ou o todo dos respetivos trajetos, é das mais eficazes formas de assimilar a personalidade da prova.

Experimente, caro leitor, o desafio de ir das imediações de Vale de Maceira aos ganchos do Piódão pela antiga classificativa de terra, ou, então, fazer a escalada entre Salgueiro e Selada das Eiras, e perceberá com maior extensão as causas da lenda e fascínio de Arganil

Deixe-se embalar pela descida da segunda metade do troço da Serra de Sintra [ou simplesmente Sintra] e compreenderá na plenitude o misticismo e encantamento das loucas noites dos anos setenta naquela célebre ronda de classificativas

Mais que procura de informação, os nossos périplos a antigas especiais do Rali de Portugal funcionam como uma espécie de aglutinação de memórias: as que presenciámos, e as que lemos ou ouvimos contar. 

É dentro desse espírito que fomentamos as nossas próprias «Viagens», partilhando-as neste blogue. 

Falta-nos em toda a linha, é certo, a sabedoria garrettiana para encadear palavras; limitamo-nos a disfarçar preguiçosamente essa limitação com o recurso a maquinais cliques na máquina fotográfica, mesmo esses de duvidosa veia artística.

Que antiga classificativa do Rali de Portugal é objeto das fotografias acima publicadas é a resposta, uma vez mais, que se pretende dos nossos visitantes.

Fica o repto.

Aguarda-se o respetivo feedback

[Nota: A disposição sequencial das fotos neste trabalho obedece ao próprio sentido da classificativa [do seu início para o seu final], e a marcha dos concorrentes fazia-se do exato local onde as fotos foram colhidas em direção à linha de horizonte visual].

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