domingo, 29 de janeiro de 2012

P.E.C. Nº 123: Quem Todt quer, Todt perde!...


Algumas notas sobre o Rali de Monte Carlo/2012:

I)

Sexta vitória [recorde absoluto] na prova para Loeb, ampliando para sessenta e oito triunfos o seu pecúlio em provas do mundial.

Nada de espantar.

O francês há muito tornou irrisória a fasquia psicológica das trinta vitórias em Ralis do campeonato do mundo.

A etapa de abertura do mundial de 2012 revelou, pela enésima vez, um Sébastien Loeb igual a si próprio: início de prova com algumas cautelas e sem sprints descontrolados, medindo o pulso à especificidade das classificativas alpinas, para depois aumentar a cadência em função do desenrolar do Rali.

Sabendo-se como é o Monte e conhecendo-se quão ténue é a linha que, nele, extravasa o troço e conduz à saída de estrada, o piloto da Citroen atacou quando o devia fazer, defendendo-se quando a mais elementar definição de prudência assim o ditou.

A lei das probabilidades caiu uma vez mais por terra: Loeb foi mais rápido que todos os outros e nem assim rezam crónicas que tenha colocado rodas fora da estrada.

Com Latvala a persistir em alternar o ótimo com o péssimo e Ogier [ele próprio já vencedor em Monte Carlo] impedido de lutar pelas vitórias face à viatura que lhe está confiada, o homem de Haguenau ameaça transformar a procura do campeão do mundo de 2012 num enorme bocejo.

Loeb, alcandorado há muito à condição de uma espécie de irredutível gaulês, foi neste início de temporada altius, citius e fortius.

E rapidus: muito rapidus!

II)

Monte Carlo adivinhava-se problemático para a dupla portuguesa inscrita na prova.

A somar ao completo desconhecimento do terreno e à personalidade inconstante dos troços do Rali, ao Armindo e ao Miguel juntava-se a falta de testes em praticamente todo o período de defeso que antecedeu a prova, um carro que não conheceu desenvolvimentos de maior após o final da temporada anterior, sem esquecer, também, a enorme inexperiência num evento tão específico capaz, ela própria, de baralhar a escolha adequada dos pneus que, tradicionalmente, é um fator decisivo para um bom desempenho nas classificativas do ‘Monte’.

A todos estes tremendos óbices Armindo Araújo e Miguel Ramalho deram uma resposta de grande realismo [à qual não será alheio também o trabalho de sapa, invisível mas indispensável, levado a cabo por Pedro Leal e Luís Ramalho enquanto batedores], não embarcando nos excessos que concorrência mais qualificada se deixou enredar.

Tirando o ligeiro despiste que no primeiro dia de prova lhes ‘roubou’ mais de quatro minutos [a transição abrupta de asfalto seco para um cenário de gelo na estrada é, dada a sua imprevisibilidade, um dos maiores obstáculos que se podem deparar a quem faz Ralis], a equipa lusa foi pautando o seu andamento por um crescendo ao longo dos cinco dias do Monte Carlo, conquistando brilhantemente os seus primeiros pontos da temporada.

III)

A organização do Rali de Monte Carlo reconheceu ter sido um erro esquematizar a prova em seis dias, com mais de quatrocentos quilómetros de troços cronometrados [ler AQUI].

Esse aspeto terá conduzido a uma lista de inscritos, em termos numéricos, algo aquém das expectativas.

Se um Rali disseminado por um período de tempo tão considerável é, por si só, um fator que pela onerosidade acrescida coloca sérias interrogações a potenciais concorrentes [com especial incidência nas equipas não oficiais], a própria organização vê dessa forma ampliados os custos com o evento, sem garantias de competitividade desportiva que os justifiquem.

O evoluir da prova demonstrou que os dois dias finais, sábado e domingo, não trouxeram desportivamente outros focos de interesse além da mera confirmação dos principais lugares da classificação conquistados nos dias anteriores, à exceção da luta pela nona posição na qual intervieram Armindo Araújo e Miguel Ramalho.

Reservar um dia de prova para realizar apenas uma classificativa com escassos cinco quilómetros, ainda que televisionada, foi uma experiência mal conseguida.

Num enquadramento que recomenda forte contenção de custos, era expectável que a aposta nesta esquematização de prova fosse em sentido contrário às necessidades de quem participou no Rali.

A organização reconheceu-o.

Tardiamente a nosso ver.

IV)

Jean Todt, Presidente da FIA, vê-se por esta altura a braços com um problema de promoção do campeonato do Mundo de Ralis, após ter cessado o vínculo que confiava à North One Sport a responsabilidade de assumir tal missão.

Como qualquer outra disciplina do automobilismo, os Ralis precisam de uma estrutura que estabeleça pontes permanentes e eficazes entre a competição e os media.

A ausência de um promotor é prejudicial para as necessidades promocionais de quem investe neste desporto, sobretudo num tempo em que não aparecer mediaticamente é ser relegado para uma condição de quase inexistência.

O contexto em que hoje se faz Ralis é diverso daquele em que Todt interveio diretamente na modalidade, na qualidade de navegador e de diretor de equipa.

Abrir portas à mediatização do campeonato do mundo não se compadece com visões passadistas, muito menos com a recusa em encarar a realidade tal como ela se nos apresenta.

Fortemente conservador no olhar sobre a modalidade, Jean Todt, em declarações públicas no decurso da prova, não escondeu merecer-lhe pouca simpatia o formato de superally [ler AQUI].

Disse o patrão da FIA que desvirtua as questões de índole desportiva ao possibilitar a quem desista num dos dias de prova poder, depois, regressar, e ainda conseguir averbar uma classificação final nos lugares pontuáveis.

Nestas declarações vislumbra-se o tom saudosista e romântico de quem interveio ativamente na época dourada dos Ralis.

O desporto automóvel, porém, mudou muito nestes últimos trinta anos.

Rege-se agora por padrões e interesses mediáticos, não raras vezes sobrepostos às questões meramente desportivas.

Quem compete e investe forte no desporto automóvel espera retorno.

A democratização do acesso à televisão e às novas tecnologias em todo o mundo ‘obrigam’ a que uma prova tenha interesse desportivo e, sobretudo, tenha carros em ação.

É isso que as televisões pretendem.

É isso que os adeptos esperam.

E, claro está, é isso que as marcas e patrocinadores, que olham para um world rally car como uma montra privilegiada de publicitação dos seus produtos à escala global, querem ou até mesmo exigem.

Neste enquadramento as palavras de Todt surgem deslocadas, quanto mais não seja pela contradição de procurar seduzir potenciais promotores para o campeonato sinalizando-lhes a hipótese de virem a ter, em caso de elevado número de abandonos num qualquer Rali, pouco ou quase nada para promover.






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- http://luiscezar.blogspot.com/2011_03_01_archive.html

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

P.E.C. Nº 122: Um Monte de emoções...


Rali de Monte Carlo está na estrada.


Ao segundo dia de competição, a prova, reintegrada quatro anos depois no calendário do campeonato do mundo [de onde jamais deveria ter saído], mantém intocável o porte aristocrático e a sua exclusividade muito própria à qual apenas acedem os predestinados.

As classificativas continuam a revelar o seu modo de ser camaleónico, transmutando-se a cada minuto.

Apresentam-se com piso ora secoora húmidoora molhado, capazes de propor um maravilhoso antagonismo entre o branco puro, quase virginal, da neve e o demoníaco verglas que, pela calada, em frações de segundo, consegue de facto ‘infernizar’ a vida a muito boa gente.

As paisagens que enquadram algumas das mais belas estradas do mundo para Ralis continuam majestosas.

Esmagadoramente imponentes.

Este é o Rali onde nunca está tudo ganho ou tudo perdido.

É o Rali onde se passa do otimismo ao desespero [e vice-versanum espaço de escassos minutos.

Onde o conceito de vantagem e desvantagem se relativiza a cada troço.

Em que a ideia de preparação ou treino se esbate perante as variações meteorológicas.

No qual a definição de estratégias passa mais por um Anthímio de Azevedo que dois ou três Malcolm Wilson.

As voltas e reviravoltas [em diversas casos, no sentido mais literal] do Rali de Monte Carlo são o seu ritual de praxe, ao qual sucumbem democraticamente caloiros e veteranos.

Está na estrada o campeonato do mundo de Ralis de 2012.

Nós, «Zona-Espectáculo», balizados pelo entusiasmo incontido em torno desta competição, assumimos não nos reger pelo conceito de ano civil.

O dia 1 de Janeiro é apenas mais 24 horas a ultrapassar com impaciência, com vista a apressar a chegada das competições nacionais e internacionais.

Na qualidade de adeptos compulsivos desta modalidade, o nosso ano inicia-se com a abertura das hostilidades lá para os lados dos Alpes.

As nossas badaladas de réveillon são as acelerações dos carros nos primeiros troços do Monte Carlo.


Dois mil e doze, portanto, iniciou-se ontem, dia dezoito de Janeiro.


A FOTO PUBLICADA NO PRESENTE TRABALHO FOI OBTIDA EM:
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sábado, 14 de janeiro de 2012

P.E.C. Nº 121: Hallia que se faz tarde!

Osmogodišnji vozač relija testira Mitsubishi Evo

Dizem que nos tempos que correm se chega à fase adulta cada vez mais cedo. 

Exemplos de precocidade entram-nos diariamente casa dentro, em situações divertidas pela sua espontaneidade, infelizes pela antecipação forçada daquilo que é natural, ou até mesmo enternecedoras pela capacidade que os mais novos têm em nos surpreender. 

A informação está hoje à distância de um clique. 

A massificação da tecnologia trouxe novos paradigmas de conhecimento a que os mais novos acedem com facilidade. 

Para o melhor e para o pior, este enquadramento potencia que se cresça mais depressa [também pela pressão do frenesim dos tempos], adquirindo-se uma maior panóplia de saberes nas primeiras etapas da vida. 

O automobilismo acompanha a realidade e não raras vezes supera-a pela antecipação

É comum acedermos a imagens que nos permitem seguir a evolução de jovens da mais tenra idade ao volante de pequenos karts. 

Ali aprendem os mandamentos mais básicos da condução em circuito que, mais tarde, são a base das respetivas carreiras no automobilismo de velocidade. 

Os Ralis são, nesta matéria, uma exceção que começa desde logo pela dificuldade de reproduzir numa escala de menor dimensão um carro da modalidade

Não se podendo ‘encolher’ um automóvel de competição pode-se, no entanto, fazer o inverso: colocar uma criança a 'brincar' num carro de ‘adultos’

As imagens que publicamos reproduzem precisamente essa ideia de precocidade: duas crianças, Tuukka Hallia e Kalle Rovanpera, que, aos oito anos de idade e obedecendo talvez à influência hereditária dos seus progenitores [ambos pilotos], conduzem carros de Ralis com uma naturalidade desconcertante. 


Mais que antecipar a futura geração de finlandeses voadores ou eventualmente revelar dois dos contendores ao título mundial lá mais para 2031, o que os vídeos aqui publicados ensinam é que desde cedo se pode e deve trabalhar a condução em Ralis

Noções como intuir o local de travagem, contrabrecar para o equilíbrio do carro numa situação momentânea ou provocada de sub ou sobreviragem, dosear o acelerador, ou perceber o momento preciso de passagem de caixa são mandamentos essenciais da condução desportiva, passíveis de treino e de aprendizagem. 

É desta forma, com tempo e prática, que se fabricam quase sempre os grandes campeões de Ralis. 

Os vídeos publicados neste trabalho são, em certo sentido, uma dessacralização dos flying finns

Lá nas paragens nórdicas eles não ‘voam’ devido ao acaso ou a especificidades genéticas em especial: eles ‘voam’ porque simplesmente aprendem desde muito cedo a ‘bater coordenadamente as asas’, de volante nas mãos claro está!






AS FOTOS PUBLICADAS NO PRESENTE TRABALHO FORAM OBTIDAS EM:
- http://www.index.hr/like/clanak/osmogodisnji-vozac-relija-testira-mitsubishi-evo/593451.aspx
- http://luiscezar.blogspot.com/2011/08/kalle-rovanpera-melhor-que-o-pai.html

domingo, 8 de janeiro de 2012

P.E.C. Nº 120: Um passo atrás, para poder dar dois à frente

NEWS FLASH: Mikko Hirvonen wins Acropolis to record Fords 70th WRC victory

Em declarações recentes publicadas no sítio da revista AutoSport [ler AQUI], Mikko Hirvonen pronunciou-se pela primeira vez com alguma profundidade acerca do seu estatuto dentro da equipa que agora representa.

Uma matéria, quase inevitável, que tinha de ser questionada é a forma como os equilíbrios e tensões entre pilotos dentro da estrutura da Citroen irão ser geridos e, aí, o novo recruta da equipa gaulesa foi bem claro ao referir um certo conforto com o estatuto de lugar-tenente de Sébastien Loeb.

O ingresso do vice-campeão do mundo na equipa do double chevron, mais que decorrente da força das circunstâncias ou da ausência de alternativas válidas, tem muito de estratégico.

Hirvonen, não obstante continuar fisionomicamente a parecer o miúdo tranquilo de sempre, apesar de ainda não ser portador da respeitabilidade intocável que só a condição de campeão do mundo garante, leva mais de dez temporadas ao mais alto nível, quase sempre ao serviço de equipas oficiais.

No plano desportivo, o seu percurso ascendente começa a chegar a todo o gás ao topo da colina e, inexoravelmente, em breve iniciar-se-á a trajetória contrária, rumo à sua substituição por um qualquer jovem valor a despontar.

Começa, em suma, a faltar-lhe tempo.

Passar da condição de claro primeiro piloto na Ford para uma confessa subalternização perante Loeb na Citroen, poderá em primeira análise parecer um marcar passo na carreira do nórdico, ou o reconhecimento que, afinal, não reúne talento e predicados suficientes para lhe ser confiada a hipótese de jogar com as mesmas cartas que o seu novo companheiro de equipa.

No entanto Mikko, com contrato até final de 2013, sabe que Loeb não só não é eterno, como inclusive já foi dando mostras que a sua permanência no WRC ao mais alto nível poderá ter entrado na reta final.

O seu ingresso na equipa francesa é, antes de mais, marcar posição com vista ao processo de sucessão do octacampeão do mundo.

Com Latvala e Ogier ancorados a médio prazo, respetivamente, na Ford e Volkswagen e com todas as interrogações que recaem sobre o futuro da Mini, Hirvonen terá lucidamente aceite ser ‘suplente’ agora, para se tornar ‘titular indiscutível’ dentro de um ou dois anos passando a liderar as ambições da estrutura que agora representa.

Como o processo de aprendizagem dos novos valores requer tempo, como a experiência é um valor insofismável para se ser competitivo no campeonato do mundo de Ralis, Hirvonen é uma peça que encaixa bem nas necessidades futuras que a Citroen possa ter logo que Loeb decida pendurar o capacete.

Dois mil e doze funcionará como um ‘ano zero’ para Mikko, no qual, livre da pressão comparativa com o seu colega de equipa, se entrosará com uma nova realidade e métodos de trabalho.

No futuro a curto prazo a sua tarefa é complexa: demonstrar que a Citroen pode triunfar mesmo sem Loeb, que a equipa é, no fundo, algo mais que a propriedade onde o francês cultiva títulos a cada colheita anual.

Neste momento, não se perfila no horizonte qualquer outro piloto que o possa fazer com as mesmas garantias que Hirvonen oferece.

Deste modo, não obstante o finlandês nunca ter sido dado às exuberâncias que alguns dos seus mais destacados compatriotas mostraram no passado da modalidade, estamos em crer que será um player a ter em conta para o futuro, quanto mais não seja porque está ao serviço da mais eficaz equipa do mundial de Ralis, porque o tempo pode vir a influir a seu favor, e porventura porque terá tido a paciência e sentido de oportunidade que Sébastien Ogier não soube ou não quis ter.







A FOTO PUBLICADA NO PRESENTE TRABALHO FOI OBTIDA EM:
- http://www.rallybuzz.com/hirvonen-wins-acropolis/

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

P.E.C. Nº 119: Fotos-adivinha...










Pela 3ª «P.E.C.» consecutiva [em verdadeiro sistema de round, diríamos…] regressamos aos troços do Rali de Portugal, no formato competitivo que vigorou até 2001.

O desafio é o de sempre: apelar aos nossos visitantes para identificar a classificativa que as fotos acima publicadas documentam, de preferência indicado o preciso local em que as mesmas foram colhidas.


Nota:
- A segunda e terceira fotografia retratam a mesma curva e foram tiradas em ângulos distintos;
- A quarta, quinta, sexta e sétima fotografia retratam a mesma curva e foram tiradas em ângulos distintos;
- Na oitava fotografia, na bifurcação, o troço seguia pela direita.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

P.E.C. Nº 118: Cinco fotos, uma classificativa. Qual?...






Em algumas das gélidas manhãs dos últimos dias de 2011, investimos tempo a embrenharmo-nos pelas entranhas de diversas antigas classificativas do Rali de Portugal.

Conhecer ao pormenor o percurso de um troço é decisivo para desvendar a sua essência, algo tão fundamental como dominar a morfologia feminina para obter algum sucesso nas artes da alcova.

Porque esta coisa dos Ralis é para nós também uma questão de verdadeiro prazer, enfrentámos temperaturas negativas e ventos dilacerantes, a espaços tiritámos de frio, guiámos centenas de quilómetros em estradas traiçoeiras, roubámos horas ao sono, tudo para explorarmos prazenteiramente alguns dos segredos e contornos mais inexpugnáveis daquele que foi nos seus tempos áureos «o melhor Rali do mundo».

O resultado dessas aventuras encontra-se plasmado em mais este trabalho, no qual apresentamos aos nossos visitantes novo repto à semelhança daquilo que anteriormente realizámos nas P.E.C. Nº 11, 14, 40, 59, 83, 85, 86 e 117: o de identificar corretamente o troço que as cinco fotos agora publicadas ilustram. 



Nota:
- As duas primeiras fotos, tiradas de diferentes ângulos, reportam-se a uma curva à esquerda;
- A terceira foto retrata um gancho à direita;
- A quarta e quinta foto ilustram, respetivamente, a entrada e saída de uma longa curva à esquerda.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

P.E.C. Nº 117: Quatro fotos, que troço?...





Não é a primeira vez [nem será seguramente a última...] que testamos os conhecimentos dos nossos ilustres visitantes relativamente ao Rali de Portugal [vd. sobre esta matéria as P.E.C. Nº 11, 14, 40, 59, 83, 85 e 86].

As quatro fotos que ilustram o presente tópico retratam uma antiga classificativa da prova, estão sequenciadas em função do percurso da mesma, e o trajeto que os carros seguiam parte do exato local onde foram colhidas as imagens para o horizonte visual.

De que troço se trata?

Aguardamos a resposta correta...