P.E.C. Nº 181: O que é isso afinal do 'Turini'?
Há quem conheça:
esteve lá presencialmente.
Há quem conheça:
nunca lá foi mas visionou fotos e vídeos, colheu informação, aprofundou
conhecimentos lendo relatos do antigamente ou notícias mais atuais.
Há quem não conheça:
mas devia (devia mesmo…) conhecer.
Porém, todos,
conhecendo ou não, já ouviram pelo menos falar.
O «Col de Turini» é
muito possível o santuário para Ralis
mais mediático em todo o mundo, assumindo-se como a principal imagem de marca
do Rali de Monte Carlo.
O culto improvável em torno daquele topo,
a mil seiscentos e sete metros
de altitude, não tem explicação plausível.
Quem já por lá
passou, garante-nos que são os escassos os segundos em que se vê os carros em
ação.
O vento cortante
parece movido por uma espécie de motor sobrealimentado.
Em dias (ou noites)
de neblina os carros são engolidos pelos flashes
do público e fotógrafos, e o som dos motores completamente abafado pelo êxtase
sonoro da multidão.
Pouco se vê, pouco se
ouve.
É quase como ir ao
topo do Evereste para desfrutar da vista, e depois não se conseguir ver mais
que um par de metros à frente do nariz.
Quando pensamos no
«Col» e o comparamos, por exemplo, com o nosso Confurco (com os inúmeros locais
que oferece para ver, sob diversos ângulos e perspetivas, carros e pilotos a
laborar durante uma série de curvas), damos connosco a pensar se não estaremos
perante uma qualquer semelhança entre pernoitar numa tenda de campismo ou no mais
luxuoso quarto de hotel.
O que alimenta então
a lenda em torno do «Col»?
As pessoas.
Melhor: o ambiente
entusiasta (único?) que resulta da soma das parcelas que cada uma dessas
pessoas é.
Algumas das imagens
que abaixo publicamos atestam na perfeição o fervor coletivo que emana do «Col»
em dia (ou noite) de Rali, transversal ao passar dos anos (a lenda é já
cinquentenária), à evolução dos carros ou ao nome dos pilotos.
Ali, o adepto de
Ralis sente-se em casa: entre
os seus como se costuma dizer.
O «Turini» é o ponto
mais alto da classificativa que tradicionalmente liga as imediações de Moulinet
a La Boullène-Vésubie
(ou vice-versa), com aproximadamente vinte e três quilómetros de percurso, não
obstante em algumas edições do Rali de Monte Carlo (a partir de 1999 e até
2006) ter tido uma configuração ampliada, com partida ou chegada perto de Sospel.
Os desníveis de
terreno (a subir até ao «Col» e depois descendo dele) são respeitáveis.
A magia desta
classificativa, com cotas de altitude tão díspares (de La Boullène ao «Turini» há
um desnível de 910 metros
a partir da linha do mar, e desde Sospel a diferença de altitude situa-se
nos 1.200 metros )
potencia o inesperado.
Aos pilotos está
reservada uma única certeza antes do semáforo verde ligar: as condições da
classificativa provavelmente não serão lineares ao longo do troço.
Pode-se, durante o percurso,
apanhar em diversos pontos alternadamente piso completamente seco e sol de
inverno, piso molhado (debaixo de cacimba ou chuva intensa), verglas, gelo negro (que
não é distinguível da cor do alcatrão, mas está lá e faz das suas), neve (solta ou compacta) na
berma da estrada, neve (solta ou compacta) na trajetória dos carros, amplitudes térmicas muito
distintas ao longo do troço, nevoeiro cerrado ou visibilidade total.
Pode-se apanhar tudo
isso no troço.
Pode até nem se
apanhar nada disso no troço.
No «Turini», onde
todos os outros são a plateia que aguarda nervosamente os truques que a classificativa lhes reserva, Loeb é o mágico que
conhece cada número de cor
interpretando-os como ninguém.
Para ele neva sempre
menos que para os outros.
O gelo, malfeitor,
derrete antes da sua passagem para reganhar solidez logo que o Citroen passa.
Ali, onde os Alpes
terminam a sua viagem e se debruçam perante o mediterrâneo, naquelas estradas
que muitos consideram das mais belas do mundo, o genial francês reforçou com o
passar dos anos a sua aura de infabilidade.
Interpretou a
preceito o modo de ser daquela classificativa, moldando a sua condução às
súbitas variações de humor do «Turini».
Algumas das mais
sensacionais histórias do mundo de Ralis foram escritas naqueles vinte e três
quilómetros, com uma caligrafia
redondinha que apenas trinta e quatro ganchos (números oficiais) podem proporcionar.
A lenda inicia-se em
1962, quando a nomenclatura do Rali de Monte Carlo muda passando a incluir
especiais cronometradas.
Já anteriormente
aquelas vias tinham visto passar a caravana da prova no contexto dos percursos
de regularidade.
Mas é precisamente há cinquenta e um anos atrás que a lenda começa a ganhar forma.
A partir de 1965 a organização da prova,
passando o período experimental que se revelaria, aliás, repleto de êxito, decide
elevar a fasquia de dificuldades aos concorrentes, mudando a classificativa
para o turno da noite.
Pode-se dizer que a
partir daí o Monte não seria mais o mesmo.
A ronda noturna do «Turini»
entraria de rompante no esquema da prova, assumindo-se mesmo, durante anos sem
fim, como a joia da coroa do mais
clássico Rali do mundo.
Vendo as imagens
colhidas no interior dos carros de Solberg e McRae que abaixo disponibilizamos
(recomendamos visualização integral das mesmas, como forma de perceber o que
está em causa quando falamos desta especial), intuímos a necessidade de
concentração absoluta para conduzir rápido nas rugas daquelas escarpas.
Se fecharmos os olhos
imaginando o que é competir ali à noite, debaixo de um manto de incógnitas (que
os batedores atenuam mas não eliminam), chegamos perto do misticismo próprio e
singular desta classificativa.
No «Col», como em
qualquer local onde esteja público conhecedor dos Ralis, há todo um coletivo a
funcionar como o mais implacável dos julgadores.
Não deve ser um exercício
isento de nervos arrancar de La
Boullène ou de Moulinet, sabendo de antemão ter de se passar
pelo exigente Tribunal do «Col».
Não se pode pilotar
ali rodando com demasiada prudência: a comparação com o andamento e a nota
artística de concorrentes anteriores pode ser impiedosa.
Também não se pode
ser excessivamente impetuoso correndo o risco de uma infração sobe a forma de
um toque ou de um pião, a levar necessariamente a condenação severa sob a forma
de uma monumental vaia.
A motivação em dobrar o «Col» será todavia enorme para todos os
participantes no Monte.
Afinal, uma ovação calorosa é, como se sabe, a mais
saborosa das absolvições que se pode aplicar a quem faz Ralis, do mais
magistral profissional ao mais puro dos amadores.
Nas cento e dezasseis ocasiões (registos
até hoje, 2013 incluído) em que a caravana passou pelo «Col», muitas são as
histórias, boas e más, para contar.
A mítica noite do «Turini», disputada, como referimos, a partir de 1965, começou a emergir em
simultâneo com a consagração de outra lenda: os Mini.
A genial criação
de Issigonis, potenciada pelo talento de Timo Makinen e colegas, parecia
naqueles anos talhada na perfeição à estreiteza e sinuosidade daquelas
estradas.
Em 1968, à entrada da
derradeira fase do Monte, o irresponsável
comportamento do público, arremessando numa curva cega neve para o asfalto que antes estava seco, levou a um despiste de Larrousse no seu Alpine, privando-o de uma
vitória que desportivamente era sua em condições normais.
Volvidos cinco anos,
novo episódio marcante.
A luta sem tréguas segue ao rubro entre Andruet e Andersson.
O sueco inicia a
noite do «Turini» completamente desenfreado, pulverizando o recorde de «Col de La Madone » em quarenta segundos.
Andruet vê
progressivamente esfumar-se a vantagem amealhada ao longo do Rali e a pressão é
evidente nas hostes gaulesas.
Na segunda passagem
pelo «Turini» (quarta classificativa da ronda), a debacle do homem aos comandos do Renault Alpine é notória.
A anterior vantagem
de 2m:25s esbate-se por completo.
Jean-Claude perde a
liderança e cai para terceiro da geral, agora a 1m:05s do comandante do Rali.
O rombo na sua moral
era evidente, mas ainda assim recusava ir ao tapete.
Reagir era a palavra
de ordem, matraqueada insistentemente pela navegadora Michèle Petit.
Na especial seguinte Ove Andersson acabou por ser vítima da sua impetuosidade, cometendo um deslize que
o fez perder quarenta segundos.
Ainda assim o nórdico
apostava em nova passagem pelo «Col de La Madone » para reforçar a liderança, procurando
repetir o tempo-canhão da primeira classificativa da ronda.
As contas viriam a
sair-lhe furadas, ao não integrar na equação a determinação do seu rival.
Andruet ganha nesse
troço vinte e dois segundos ao adversário direto, e assume em definitivo o lugar
mais alto do pódio do Monte/73 para não mais o largar, após um combate figadal
que perdura na memória de quem assistiu.
Era a primeira prova
de sempre campeonato do mundo de Ralis: o mundial não podia ter começado sob
melhores auspícios!
Em 1979, a polémica e o
caricato tomam de assalto as geladas montanhas ao redor de Nice e Monte Carlo.
Outra vez um sueco
(Waldegaard) e um francês (Darniche) no centro das atenções.
Bjorn chega à ronda
do «Turini» confortavelmente instalado na liderança da prova, com seis minutos de
avanço para o seu opositor.
É certo que o homem do Lancia Stratos, fruto de uma gestão criteriosa dos pneus ao seu dispor para o evento, aposta forte na derradeira e decisiva fase do Monte recuperando paulatinamente grande parte da desvantagem.
Trata-se, porém, de uma aproximação algo consentida por parte de Waldegaard.
É certo que o homem do Lancia Stratos, fruto de uma gestão criteriosa dos pneus ao seu dispor para o evento, aposta forte na derradeira e decisiva fase do Monte recuperando paulatinamente grande parte da desvantagem.
Trata-se, porém, de uma aproximação algo consentida por parte de Waldegaard.
À partida nada fará
travar o escandinavo na sua marcha triunfal rumo à vitória.
‘Nada’, exceto a
imbecilidade do público que decide intervir nos destinos desportivos do evento ao
colocar duas volumosas rochas na estrada à passagem do sueco pela penúltima especial do Rali.
O Ford Escort bate forte.
De imediato tudo parece perdido com o carro a arrastar-se penosamente até ao final do troço.
Waldeggard e Thorszelius veem as suas esperanças ruir como um castelo de cartas.
A desmotivação apodera-se compreensivelmente da dupla nórdica, a ponto de percorrer a última classificativa do Rali quase para cumprir calendário.
Seriam traídos pela matemática.
Sem o saber, à entrada da última especial (a 4.ª passagem pelo «Turini») os homens do Escort apesar de tudo ainda lideravam a 47.ª edição do Rali de Monte Carlo, com 15 segundos de vantagem para Darniche.
Baixar o ritmo nos derradeiros vinte e dois quilómetros cronometrados, pensando estar irremediavelmente derrotados, fá-los-ia perder a prova por escassos seis segundos.
Uma derrota com profundo sabor amargo para Waldegaard, que ironicamente se transformaria na mãe da sua retumbante vitória no campeonato do mundo de pilotos em 1979.
De imediato tudo parece perdido com o carro a arrastar-se penosamente até ao final do troço.
Waldeggard e Thorszelius veem as suas esperanças ruir como um castelo de cartas.
A desmotivação apodera-se compreensivelmente da dupla nórdica, a ponto de percorrer a última classificativa do Rali quase para cumprir calendário.
Seriam traídos pela matemática.
Sem o saber, à entrada da última especial (a 4.ª passagem pelo «Turini») os homens do Escort apesar de tudo ainda lideravam a 47.ª edição do Rali de Monte Carlo, com 15 segundos de vantagem para Darniche.
Baixar o ritmo nos derradeiros vinte e dois quilómetros cronometrados, pensando estar irremediavelmente derrotados, fá-los-ia perder a prova por escassos seis segundos.
Uma derrota com profundo sabor amargo para Waldegaard, que ironicamente se transformaria na mãe da sua retumbante vitória no campeonato do mundo de pilotos em 1979.
O «Turini» ao longo
dos anos anotou nos seus registos triunfos de vários dos monstros sagrados da
condução em Ralis, de Rohrl a Sainz, de Toivonen a Biasion.
Nas suas múltiplas
nuances não foi apenas magnânimo com os grandes, proporcionando também hipóteses de brilhar a desconhecidos.
Em 1991, um novato
aos comandos de um anacrónico Ford Sierra galgava classificativa após
classificativa mantendo-se teimosamente no comando do Rali de Monte Carlo.
As equipas oficiais e
os melhores pilotos do mundo olhavam com benevolência o atrevimento de
Delecour, acreditando que se tratava de uma arrebatamento sem consistência: o
decurso do Rali de certeza iria colocar este francês no seu lugar, fora da luta
pelas posições de maior destaque.
Mas François não se
dava por vencido, respirava confiança, rodava rápido e sem erros, chegando
assim à derradeira fase da prova com o seu primeiro lugar firme, na frente de
um atónito Sainz.
No itinerário do Rali
estavam agora em destaque três passagens pelo «Turini».
No final das duas
primeiras passagens pela especial, o piloto do Sierra preto não vacila (triunfa, aliás, no «Col de Turini '1'») e
prossegue na frente do campeão do mundo em título, tendo já em linha de mira um
triunfo, tão especial quanto surpreendente.
Junto à tomada de tempos de «Col de Turini '3'» todos aguardam o comandante da prova para lhe
render a homenagem que é mais que devida.
Porém, se há especial
em todo o mundo que nunca se pode negligenciar é precisamente o «Turini», que
em 1991 fez valer uma vez mais, empedernido, a sua faceta cruel.
Durante o troço, uma roda
solta-se do Sierra com o número doze sem motivo aparente.
Piloto e navegadora percebem desde logo que a vitória pode estar comprometida, mas ainda assim
lutam com todas as forças na procura de levar o carro até final.
Confiam que a sorte
não lhes pode ser afinal tão madrasta.
Todavia, a realidade
leva a que o desespero e a frustração tomem conta do interior do Ford, com o
jovem François a apresentar-se no controlo de tempos lavado num mar de lágrimas,
sem conseguir compreender muito bem o triste desfecho a que aqueles vinte e três quilómetros o
condenaram.
Perdia ingloriamente
o triunfo no Rali de Monte Carlo.
Mas emergia, fruto da
sua soberba exibição, como estrela marcante no mundial dos anos seguintes.
Na edição de 2005 do Monte, o «Turini» afirma-se uma vez mais (como sempre?) decisivo
no desfecho do evento.
A habitual dor de
cabeça na escolha de pneus preocupa as equipas, dadas as diferenças no estado
do piso ao longo da classificativa.
Quinhentos metros
antes do «Col» está reservada grande armadilha aos concorrentes, com uma ameaçadora placa
de gelo no alcatrão a prometer comprometer um bom resultado ou
simplesmente o intuito de concluir a prova.
Solberg é o primeiro
a bater, abandonando sem apelo nem agravo após perder uma roda ao embater nos
rails.
Gronholm é o senhor que
se segue.
Entra depressa de
mais na curva, bate e também perde um pneu, mas ainda assim consegue prosseguir
até final do troço em três rodas, não obstante perder mais de cinco minutos e o
segundo lugar que detinha.
O jovem Cecchettini é
outro que sucumbe também ao local, quer ao gelo, quer ao amontoado de neve que
os espetadores foram fazendo gala em atirar para a estrada.
E Loeb?
Loeb passou pelo
local a ridículos 30 quilómetros/hora, absolutamente impassível.
Afinal, para ele neva
sempre menos que para os outros, e o gelo, malfeitor, derrete antes da sua
passagem para reganhar solidez logo que o Citroen passa…
INFOGRAFIA:
(versão coincidente com as imagens colhidas dentro dos carros de
Solberg e McRae que abaixo publicamos):
Visualizar TURINI em um mapa maior
IMAGENS:
RESULTADOS E CONFIGURAÇÕES DAS CLASSIFICATIVAS AO LONGO DOS ANOS:
- 1 9 6 2;
- 1 9 6 3;
- 1 9 6 4;
- 1 9 6 5;
- 1 9 6 6;
- 1 9 6 7;
- 1 9 6 8;
- 1 9 6 9;
- 1 9 7 0;
- 1 9 7 1;
- 1 9 7 2;
- 1 9 7 3;
- 1 9 7 5;
- 1 9 7 6;
- 1 9 7 7;
- 1 9 7 8;
- 1 9 7 9;
- 1 9 8 0;
- 1 9 8 1;
- 1 9 8 2;
- 1 9 8 3;
- 1 9 8 4;
- 1 9 8 5;
- 1 9 8 6;
- 1 9 8 7;
- 1 9 8 8;
- 1 9 8 9;
- 1 9 9 0;
- 1 9 9 1;
- 1 9 9 2;
- 1 9 9 3;
- 1 9 9 4;
- 1 9 9 5;
- 1 9 9 6;
- 1 9 9 7;
- 1 9 9 8;
- 1 9 9 9;
- 2 0 0 0;
- 2 0 0 1;
- 2 0 0 2;
- 2 0 0 3;
- 2 0 0 4;
- 2 0 0 5;
- 2 0 0 6;
- 2 0 1 0 (Peira Cava/La Boullène-Vésubie '1');
- 2 0 1 0 (Peira Cava/La Boullène-Vésubie '2');
- 2 0 1 1 (Moulinet/La Boullène-Vésubie '1');
- 2 0 1 1 (Moulinet/La Boullène-Vésubie '2');
- 2 0 1 2 (Moulinet/La Boullène-Vésubie '1');
- 2 0 1 2 (Moulinet/La Boullène-Vésubie '2');
- 2 0 1 0 (Peira Cava/La Boullène-Vésubie '2');
- 2 0 1 1 (Moulinet/La Boullène-Vésubie '1');
- 2 0 1 1 (Moulinet/La Boullène-Vésubie '2');
- 2 0 1 2 (Moulinet/La Boullène-Vésubie '1');
- 2 0 1 2 (Moulinet/La Boullène-Vésubie '2');
- 2 0 1 3 (Moulinet/La Boullène-Vésubie '1');
- 2 0 1 3 (Moulinet/La Boullène-Vésubie '2').
Nota: Em 2013, a prevista 3.ª passagem por Moulinet/La Boullène-Vésubie acabou por não se realizar, cancelada por motivos de segurança devido ao excesso de público.
- 2 0 1 3 (Moulinet/La Boullène-Vésubie '2').
Nota: Em 2013, a prevista 3.ª passagem por Moulinet/La Boullène-Vésubie acabou por não se realizar, cancelada por motivos de segurança devido ao excesso de público.
- http://col-de-turini.pagesperso-orange.fr/Images/turini/3d_generale.jpg
- http://luiscezar.blogspot.pt/2006/12/rallye-de-monte-carlo.html
- http://www.rallye-info.com/galleryphoto.asp?mediaid=402






Muito muito muito bom.
ResponderEliminarmagníficos links no final dos: RESULTADOS E CONFIGURAÇÕES DAS CLASSIFICATIVAS AO LONGO DOS ANOS: