P.E.C. Nº 187: Rali Rota do Sol, 1984



No modo de ser português está vincadamente inscrita a popular expressão «antigamente é que era!»

Somos assumidamente um povo saudosista. 

Em muitas ocasiões agarramo-nos ao passado como escape para não encarar a realidade, tantas vezes difícil, do momento presente. 

Nos Ralis a ideia também faz o seu caminho. 

As memórias, muitas vezes difusas, reforçam-nos ilusoriamente a convicção que as provas do «antigamente» se faziam quase só com recurso a troços extensos (sobre essa matéria remetemos o caro leitor para um interessantíssimo trabalho assinado pelo jornalista José Luís Abreu na revista AutoSport n.º 1835, de 27 de fevereiro de 2013), à margem, também, do monótono sistema de rounds que caracteriza os Ralis hoje disputados por esse mundo fora.

Tais conceitos revelam fragilidades se atentarmos a exemplos concretos do passado. 

O epílogo do Rali de Portugal de 1978, por exemplo, nada perdeu em emoção ou espetacularidade por se ter feito sucessivamente, em pouco mais de seis horas, quatro passagens pelos troços da Lagoa Azul, Peninha e Sintra

Nem aderimos à tese segundo a qual uma classificativa só o é verdadeiramente quando na sua extensão estão inscritos dois dígitos, facto que as citadas Lagoa Azul (cinco quilómetros) e Peninha (seis quilómetros e quinhentos metros), entre outras, contrariam com clareza desarmante. 

O passado dos Ralis em Portugal tem bastantes referências a provas feitas de troços curtos e repetidas passagens nos mesmos trajetos cronometrados. 

O Rali Rota do Sol na sua edição de 1984, a que de seguida dedicaremos algumas linhas, é disso prova plena. 

Disputado na íntegra nas rapidíssimas classificativas em asfalto traçadas em redor de São Pedro de Moel (há algo de verdadeiramente lagoazuliano na incrível média horária de 128,82 kms/h obtida pelo vencedor do troço mais veloz do evento), a prova do Clube Automóvel da Marinha Grande fez-se no essencial de três passagens por seis meras especiais (algumas delas inclusive com segmentos em comum entre si), cinco delas com menos de dez quilómetros de extensão, para um total de pouco mais de centro e cinquenta quilómetros cronometrados. 

Há vinte e nove anos o campeonato nacional de Ralis respirava em torno dos duelos intensos entre os consagrados Joaquim Santos e Joaquim Moutinho (sem esquecer, por dever de justiça, o papel decisivo dos respetivos navegadores, Miguel Oliveira e Edgar Fortes)

Dois extraordinários pilotos, duas lendas que o tempo se encarregaria de confirmar como emblemas maiores da modalidade. 

Havia jovens valores cheios de talento a despontar como Bica, Coutinho ou Leite Faria, mas eram os dois grandes vultos das equipas Diabolique e Renault quem reunia as atenções gerais. 

Em 1984, porém, fazia a aparição no CNR um outro projeto que se adivinhava potencialmente vencedor. 

Aos comandos de um competitivo Lancia 037, a partir de Guimarães emergia um outro ícone incontornável do automobilismo português: António Rodrigues, que desde terras fundadoras da nação ameaçava agora também se tornar um implacável conquistador de vitórias e títulos pelo país fora. 

O projeto ancorado no desportivo italiano do Team Gaiss era ambicioso, dividindo-se em simultâneo pelos Ralis e Velocidade, com o objetivo assumido de lutar pela conquista dos dois galardões máximos do automobilismo português. 

Nas provas de estrada, ‘Toni’, acompanhado por José Cotter, faz a sua primeira aparição no Rali de Portugal (3.ª etapa do calendário do campeonato nacional) e os ecos da sua prestação nas classificativas de Sintra ainda hoje perduram. 

O Lancia dava-se especialmente bem com especiais rápidas e pouco sinuosas e Rodrigues estaria motivado como nunca. 

Nessas condições quase ideais e num palco propício a transcendências, os registos demonstram que o vimaranense não deixou créditos por mais alheias: discutiu vitórias ao segundo com os carros das equipas de fábrica, espantando meio-mundo com os seus atributos de condução. 

Um desempenho tão positivo fazia acreditar os homens do Team Gaiss que a equipa oficial da Lancia lhes cederia material para viabilizar a comparência pelo menos na segunda etapa do Rali, já em terra, a partir da Póvoa de Varzim, já que o carro n.º 19 chegava à cidade nortenha após a fase de asfalto num brilhante sétimo lugar da classificação geral, imediatamente atrás dos Lancia e Audi oficiais e do Renault de Jean Ragnotti. 

Essa expectativa sairia gorada, e a dupla Rodrigues/Cotter optava por abandonar o Rali de Portugal visando poupar material para o resto da temporada, em função de alguma limitação dos meios disponíveis. 

A prova seguinte, o Rali Figueira da Foz, revelar-se-ia madrasta para as pretensões de Rodrigues, uma vez que desistiria logo na primeira classificativa do evento devido a sequelas físicas decorrentes de um acidente ocorrido nos treinos para o evento, e na etapa seguinte do CNR, na zona do Marão, problemas com a caixa de velocidades impediram-no de capitalizar a desistência de Moutinho, concluindo apenas num desapontante 4.º lugar, mas ainda assim triunfando em três especiais dessa forma validando os atributos do 037 (também) nos pisos de terra. 

Chegamos, então, ao Rota do Sol

No coração do Pinhal de Leiria, Rodrigues e Cotter confiam estar no palco ideal para inverter os resultados anteriores, uma vez que a rapidez das classificativas (nenhuma delas viria a ser cumprida abaixo dos 100 quilómetros de média horária, o que nos dá uma dimensão da velocidade enorme a que se andou nesta prova) parece assentar que nem uma luva às características do Lancia. 

É certo que nesta altura o trinómio Moutinho/Fortes/Renault apresentava já índices de entrosamento quase perfeitos. 

Mesmo relativamente a ‘Quinsan’ e Miguel Oliveira, não obstante o Escort se apresentar algo limitado na sua potência quando comparada com a dos principais bólides rivais, jamais seria de negligenciar a enorme determinação e capacidade do homem de Penafiel para transformar a adversidade em sucesso. 

O mau piso dos troços selecionados pela equipa organizativa sedeada na cidade do vidro e do molde viria a prejudicar um pouco a prestação de ‘Toni’ e Cotter, que sobretudo na fase inicial da prova não conseguiram contrariar o poderio do Renault 5 Turbo pilotado superiormente por Joaquim Moutinho (sobre o antigo piloto oficial da Renault Portugal, vd. P.E.C. Nº 46 deste blogue)

No rescaldo do evento, o lugar intermédio do pódio revelar-se-ia o resultado possível (porventura frustrante tendo em atenção as expetativas à partida) em função das incidências do Rali, mas ainda assim os homens do Team Gaiss veriam creditados no seu bornal seis triunfos em especiais, naquele que ficaria para a história como o melhor resultado do ano. 

A partir daqui a equipa optaria por canalizar as suas energias para o campeonato de Velocidade, apenas comparecendo esporadicamente, até final do ano, no Rali de Castelo Branco, onde voltaria a somar nova desistência no quarto troço do evento, sem embargo da participação no Rali Rias Baixas, disputado nos arredores de Vigo e Pontevedra, no qual, não obstante o bom andamento evidenciado, o resultado final cifrar-se-ia em novo abandono devido a saída de estrada. 

É do Rali Rota do Sol de 1984 (a prova manteve tal designação entre 1978 e 1999, sendo renomeada a partir do ano seguinte como Rali Rota do Vidro, e desde 2005 como Rali Centro de Portugal, designação que mantém até hoje) que de seguida lhe damos alguma informação e curiosidades estatísticas. 

«Antigamente» também havia, como se pode constatar, Ralis com troços muito curtos e sucessivas passagens dos concorrentes pelos mesmos. 

Nem por isso eram menos Ralis; nem por isso eram menos entusiasmantes. 

Eram Ralis talvez arrumadinhos em função da realidade existente ao tempo, que até nem é muito distinta daquela (crónica falta de verbas) que ocorre na atualidade, volvidas quase três décadas.

 INFORMAÇÃO SOBRE A PROVA 


Designação: Rallye Internacional Rota do Sol.
Edição da prova: 7.ª.
Elegibilidade: Campeonato Nacional de Ralis + Campeonato da Europa de Ralis (coeficiente 8).
Data: 4 e 5 de maio de 1984.
Quilometragem total de troços cronometrados: 152,80 kms.
Classificativa com maior extensão: Ribeiro de São Pedro (12,00 kms).
Classificativa com menor extensão: Ponto da Crastinha (5,00 kms).
Classificativa mais rápida: Areeiro ‘2’ (média do vencedor: 128,82 kms/h).
Classificativa mais lenta: Ponto Novo ‘4’ (média do vencedor: 104,76 kms/h).
Número de dias de prova: Um.
Número de etapas: Duas.
Número total de classificativas: Dezanove.
Centro nevrálgico da prova: São Pedro de Moel.
Entidade organizadora: Clube Automóvel da Marinha Grande.

 INFORMAÇÃO ESTATÍSTICA 

1.ª ETAPA

DESIGNAÇÃO: São Pedro ‘1’.
HORÁRIO DE PARTIDA DO PRIMEIRO CONCORRENTE: 8h:15m.
EXTENSÃO: 8,30 quilómetros.
VENCEDORES:
- Piloto(s): Joaquim Moutinho.
- Navegador(es): Edgar Fortes.
- Carro(s): Renault 5 Turbo.
TEMPO REALIZADO: 4m:03s.
MÉDIA HORÁRIA: 122,96 kms/h.

DESIGNAÇÃO: Ponto da Crastinha ‘1’.
HORÁRIO DE PARTIDA DO PRIMEIRO CONCORRENTE: 8h:40m.
EXTENSÃO: 5,00 quilómetros.
VENCEDORES:
- Piloto(s): António Rodrigues.
- Navegador(es): José Cotter.
- Carro(s): Lancia 037 Rally.
TEMPO REALIZADO: 2m:25s.
MÉDIA HORÁRIA: 124,13 kms/h.
  
DESIGNAÇÃO: Ribeiro de São Pedro ‘1’.
HORÁRIO DE PARTIDA DO PRIMEIRO CONCORRENTE: 9h:25m.
EXTENSÃO: 12,00 quilómetros.
VENCEDORES:
- Piloto(s): Joaquim Moutinho.
- Navegador(es): Edgar Fortes.
- Carro(s): Renault 5 Turbo.
TEMPO REALIZADO: 6m:10s.
MÉDIA HORÁRIA: 116,75 kms/h.

DESIGNAÇÃO: São Pedro ‘2’.
HORÁRIO DE PARTIDA DO PRIMEIRO CONCORRENTE: 10h:00m.
EXTENSÃO: 8,30 quilómetros.
VENCEDORES:
- Piloto(s): Joaquim Moutinho.
- Navegador(es): Edgar Fortes.
- Carro(s): Renault 5 Turbo.
TEMPO REALIZADO: 4m:19s.
MÉDIA HORÁRIA: 115,36 kms/h.

DESIGNAÇÃO: Ponto da Crastinha ‘2’.
HORÁRIO DE PARTIDA DO PRIMEIRO CONCORRENTE: 10h:25m.
EXTENSÃO: 5,00 quilómetros.
VENCEDORES:
- Piloto(s): Joaquim Moutinho.
- Navegador(es): Edgar Fortes.
- Carro(s): Renault 5 Turbo.
TEMPO REALIZADO: 2m:27s.
MÉDIA HORÁRIA: 122,44 kms/h.

DESIGNAÇÃO: Ribeiro de São Pedro ‘2’.
HORÁRIO DE PARTIDA DO PRIMEIRO CONCORRENTE: 11h:10m.
EXTENSÃO: 12,00 quilómetros.
VENCEDORES:
- Piloto(s): Joaquim Moutinho.
- Navegador(es): Edgar Fortes.
- Carro(s): Renault 5 Turbo.
TEMPO REALIZADO: 6m:15s.
MÉDIA HORÁRIA: 115,20 kms/h.

DESIGNAÇÃO: São Pedro ‘3’.
HORÁRIO DE PARTIDA DO PRIMEIRO CONCORRENTE: 11h:45m.
EXTENSÃO: 8,30 quilómetros.
VENCEDORES:
- Piloto(s): Joaquim Moutinho.
- Navegador(es): Edgar Fortes.
- Carro(s): Renault 5 Turbo.
TEMPO REALIZADO: 4m:20s.
MÉDIA HORÁRIA: 114,92 kms/h.

DESIGNAÇÃO: Ponto da Crastinha ‘3’.
HORÁRIO DE PARTIDA DO PRIMEIRO CONCORRENTE: 12h:10m.
EXTENSÃO: 5,00 quilómetros.
VENCEDORES:
- Piloto(s): Joaquim Moutinho.
- Navegador(es): Edgar Fortes.
- Carro(s): Renault 5 Turbo.
TEMPO REALIZADO: 2m:33s.
MÉDIA HORÁRIA: 117,64 kms/h.

DESIGNAÇÃO: Ribeiro de São Pedro ‘3’.
HORÁRIO DE PARTIDA DO PRIMEIRO CONCORRENTE: 12h:55m.
EXTENSÃO: 12,00 quilómetros.
VENCEDORES:
- Piloto(s): Joaquim Moutinho.
- Navegador(es): Edgar Fortes.
- Carro(s): Renault 5 Turbo.
TEMPO REALIZADO: 6m:19s.
MÉDIA HORÁRIA: 113,98 kms/h.

2.ª ETAPA

DESIGNAÇÃO: Ponto Novo ‘1’.
HORÁRIO DE PARTIDA DO PRIMEIRO CONCORRENTE: 15h:45m.
EXTENSÃO: 9,40 quilómetros.
VENCEDORES:
- Piloto(s): Joaquim Moutinho.
- Navegador(es): Edgar Fortes.
- Carro(s): Renault 5 Turbo.
TEMPO REALIZADO: 5m:08s.
MÉDIA HORÁRIA: 109,87 kms/h.

DESIGNAÇÃO: Ponte Nova ‘1’.
HORÁRIO DE PARTIDA DO PRIMEIRO CONCORRENTE: 16h:05m.
EXTENSÃO: 5,80 quilómetros.
VENCEDORES:
- Piloto(s): Joaquim Moutinho.
- Navegador(es): Edgar Fortes.
- Carro(s): Renault 5 Turbo.
TEMPO REALIZADO: 3m:14s.
MÉDIA HORÁRIA: 107,62 kms/h.

DESIGNAÇÃO: Areeiro ‘1’.
HORÁRIO DE PARTIDA DO PRIMEIRO CONCORRENTE: 16h:55m.
EXTENSÃO: 7,30 quilómetros.
VENCEDORES:
- Piloto(s): António Rodrigues.
- Navegador(es): José Cotter.
- Carro(s): Lancia 037 Rally.
TEMPO REALIZADO: 3m:30s.
MÉDIA HORÁRIA: 125,14 kms/h.

DESIGNAÇÃO: Ponto Novo ‘2’.
HORÁRIO DE PARTIDA DO PRIMEIRO CONCORRENTE: 17h:10m.
EXTENSÃO: 9,40 quilómetros.
VENCEDORES (ex-aequo):
- Piloto(s): Joaquim Moutinho + António Rodrigues.
- Navegador(es): Edgar Fortes + José Cotter.
- Carro(s): Renault 5 Turbo + Lancia 037 Rally.
TEMPO REALIZADO: 5m:10s.
MÉDIA HORÁRIA: 109,16 kms/h.

DESIGNAÇÃO: Ponte Nova ‘2’.
HORÁRIO DE PARTIDA DO PRIMEIRO CONCORRENTE: 17h:30m.
EXTENSÃO: 5,80 quilómetros.
VENCEDORES:
- Piloto(s): Joaquim Moutinho.
- Navegador(es): Edgar Fortes.
- Carro(s): Renault 5 Turbo.
TEMPO REALIZADO: 3m:08s.
MÉDIA HORÁRIA: 111,06 kms/h.

DESIGNAÇÃO: Areeiro ‘2’.
HORÁRIO DE PARTIDA DO PRIMEIRO CONCORRENTE: 18h:20m.
EXTENSÃO: 7,30 quilómetros.
VENCEDORES:
- Piloto(s): António Rodrigues.
- Navegador(es): José Cotter.
- Carro(s): Lancia 037 Rally.
TEMPO REALIZADO: 3m:24s.
MÉDIA HORÁRIA: 128,82 kms/h.

DESIGNAÇÃO: Ponto Novo ‘3’.
HORÁRIO DE PARTIDA DO PRIMEIRO CONCORRENTE: 18h:35m.
EXTENSÃO: 9,40 quilómetros.
VENCEDORES:
- Piloto(s): Joaquim Moutinho.
- Navegador(es): Edgar Fortes.
- Carro(s): Renault 5 Turbo.
TEMPO REALIZADO: 5m:05s.
MÉDIA HORÁRIA: 110,95 kms/h.

DESIGNAÇÃO: Ponte Nova ‘3’.
HORÁRIO DE PARTIDA DO PRIMEIRO CONCORRENTE: 18h:55m.
EXTENSÃO: 5,80 quilómetros.
VENCEDORES (ex-aequo):
- Piloto(s): Joaquim Moutinho + José Miguel Leite Faria.
- Navegador(es): Edgar Fortes + Cândido Júnior.
- Carro(s): Renault 5 Turbo + Ford Escort RS.
TEMPO REALIZADO: 3m:07s.
MÉDIA HORÁRIA: 111,65 kms/h.

DESIGNAÇÃO: Areeiro ‘3’.
HORÁRIO DE PARTIDA DO PRIMEIRO CONCORRENTE: 19h:45m.
EXTENSÃO: 7,30 quilómetros.
VENCEDORES:
- Piloto(s): António Rodrigues.
- Navegador(es): José Cotter.
- Carro(s): Lancia 037 Rally.
TEMPO REALIZADO: 3m:25s.
MÉDIA HORÁRIA: 128,19 kms/h.

DESIGNAÇÃO: Ponto Novo ‘4’.
HORÁRIO DE PARTIDA DO PRIMEIRO CONCORRENTE: 20h:00m.
EXTENSÃO: 9,40 quilómetros.
VENCEDORES:
- Piloto(s): António Rodrigues.
- Navegador(es): José Cotter.
- Carro(s): Lancia 037 Rally.
TEMPO REALIZADO: 5m:23s.
MÉDIA HORÁRIA: 104,76 kms/h.

 INFOGRAFIAS 

 SÃO PEDRO  ||  8,30 quilómetros 



Ver SÃO PEDRO, 1984 num mapa maior

   PONTO DA CRASTINHA  ||  5,00 quilómetros  



Ver PONTO DA CRASTINHA, 1984 num mapa maior

 RIBEIRO DE SÃO PEDRO  ||  12,00 quilómetros 



Ver RIBEIRO DE SÃO PEDRO, 1984 num mapa maior

 RESUMO DA 1.ª ETAPA 



Ver ROTA DO SOL, 1984 (1.ª etapa) num mapa maior

 PONTO NOVO  ||  9,40 quilómetros 


Ver PONTO NOVO, 1984 num mapa maior

 PONTE NOVA  ||  5,80 quilómetros 



Ver PONTE NOVA, 1984 num mapa maior

 AREEIRO  ||  7,30 quilómetros 



Ver AREEIRO, 1984 num mapa maior

 RESUMO DA 2.ª ETAPA 



Ver ROTA DO SOL, 1984 (2.ª etapa) num mapa maior


 CLASSIFICAÇÃO FINAL 


1.º - Joaquim Moutinho / Edgar Fortes (Renault 5 Turbo): 1h:19m:59s.
2.º - António Rodrigues / José Cotter (Lancia 037 Rally): + 1m:12s.
3.º - Joaquim Santos / Miguel Oliveira (Ford Escort RS): + 2m:34s.
4.º - José Miguel Leite Faria / Cândido Júnior (Ford Escort RS): + 4m:15s.
5.º - Carlos Bica / Fernando Prata (Ford Escort RS): + 4m:48s.
6.º - Ramiro Fernandes / António Cruz Monteiro (Fiat Ritmo A130): + 7m:34s. 
7.º - Ni Amorim / António Manuel (Ford Escort RS): + 8m:56s.
8.º - Manuel Mello Breyner / R. Choças (Audi 80 Quattro): + 11m:57s.
9.º - Frederico Ferreira / J. Oliveira (Opel Ascona 2000): + 13m:27s.
10.º - Artur Lemos / José Manuel Tavares (Toyota Starlet 1.3): + 13m:49s.
11.º - José Mota / António Pinto (Opel Kadett GTE): + 15m:06s.
12.º - Carlos Mota / Vítor Sousa (Ford Escort RS): + 17m:09s.
13.º - Eduardo Correia / José Luís Nascimento (Toyota Starlet 1.3): + 17m:39s.
14.º - Jorge Abrantes / Pedro Alves (Volkswagen Golf GTI): + 18m:14s.
15.º - António Lucas / Álvaro Rodrigues (Ford Escort RS): + 18m:22s.
16.º - Tomaz Mello Breyner / Manuel Jonet (Citroen Visa Chrono): + 18m:41s.
17.º - C. A. Oliveira / P. Campos (Renault 5): + 21m:47s.
18.º - J. Teixeira / António Cardoso (Opel Kadett 1.3): + 22m:36s.
19.º - J. M. Cerqueira / J. Grácio (Ford Escort RS): + 25m:27s.
20.º - Aurélio Silva / Carlos Pato (Ford Escort RS): + 28m:54s.
21.º - António Alexandre / F. Calado (Citroen Visa GT): + 29m:39s.



Nota: 
Pela cedência de imagens e material estatístico para elaboração deste trabalho, o nosso colega e amigo João Costa revelou-se como sempre decisivo para o produto final que agora publicamos. Não podíamos deixar de expressar publicamente, uma vez mais, o nosso profundo agradecimento pela sua colaboração sempre pronta e entusiasta, que em rigor transforma a presente P.E.C. num trabalho conjunto entre ele e nós, Zona-Espectáculo.

A FOTO QUE ENCERRA O PRESENTE TRABALHO FOI OBTIDA EM:
http://classicosmania.com/forums/showthread.php?p=25171&langid=1

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