segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

P.E.C. Nº 241: Em toada de Massimo attack...


Nota de abertura: 
Massimo Biasion, bicampeão do mundo de Ralis, comemora hoje cinquenta e seis anos. 
Para assinalar a efeméride, em jeito de tributo publicamos o trabalho que se segue.


I)


A Itália é seguramente um dos países com maior tradição automobilística em todo o mundo.

Dali emana uma lenda inquebrantável chamada Ferrari, ou o culto fervoroso em torno da Alfa Romeo. 

Ali se disputa, a título de exemplo, no eterno templo da velocidade, o ancestral Grande Prémio de Monza de F1.

Em matéria de Ralis, da ‘bota’ mediterrânica ao longo de tempos imemoriais chegam-nos testemunhos como (entre diversos outros que poderíamos elencar) as míticas ‘Mille Miglia’, ou carros como os Fiat e Lancia que comprovam a importância histórica dos transalpinos quanto às competições de estrada aberta. 

Curiosamente, um país que tem uma relação tão física e intensa com o automóvel nunca foi capaz de produzir em quantidade nomes que se (a)firmassem no mais alto patamar da modalidade. 

Antes da formalização do campeonato do mundo de pilotos em 1979, houve vários italianos a brilhar nas provas internacionais mas apenas o lendário Sandro Munari vincou de forma evidente artes de excelência e talento acima da média. 

Seguiu-se um longo período de nove anos em que o campeonato mundial viveu do jugo opressor dos nórdicos (havia de facto Walter Rohrl, mas a Alemanha relativamente a Ralis era, e ainda é, uma espécie de Finlândia de Baixo…) perante a concorrência do sul da Europa, e poucos eram os talentos a emergir provindos dos países latinos que pudessem contrariar a hegemonia de suecos e finlandeses. 

Em meados dos anos oitenta, um não-nórdico começava todavia, discretamente, a construir alguma respeitabilidade no WRC. 

II)

Quando as atenções dos média e aficionados deixavam por momentos de incidir sobre os grandes pilotos de então, percebia-se haver em Massimo Biasion um potencial muito grande, decorrente não só do seu título europeu em 1983 (que lhe abriria as portas dos competitivos Lancia da equipa Jolly Club a partir do mundial do ano seguinte), mas acima de tudo na comparação de cronos com os incontornáveis Markku Alén e Henri Toivonen, seus colegas de equipa ao serviço da marca italiana. 

A condição de piloto latino era de certa forma um labéu que impedia sobre os ombros de Biasion.

Olhado com algumas reservas por grande parte da comunidade diretamente envolvida no campeonato do mundo, focada quase em exclusivo ao redor dos feitos e talento dos flying finns, ‘Miki’ terá sabido aproveitar esse facto em seu benefício para, na sombra dos seus companheiros de equipa, ir em três anos encetando um processo gradual de aprendizagem sobre a modalidade na sua expressão máxima. 

Pode-se dizer que Biasion, sempre acompanhado pelo indispensável navegador Tiziano Siviero (a estabilidade de parceria entre piloto e copiloto colhe sempre dividendos), assimilou depressa e bem o que era necessário para chegar ao topo da hierarquia do WRC. 

Em três anos de programas incompletos no mundial chegaram os primeiros pódios, um número de vitórias em troços suficientemente expressivo para não deixar dúvidas quanto à sua tremenda qualidade (dispensamo-nos de recordar o quão eram formidáveis os seus rivais, na quantidade e talento), e o primeiro triunfo absoluto, no Rali da Argentina em 1986. 

Parco em palavras e de feitio deveras discreto, pouco atreito, portanto, a produzir frases polémicas nem a envolver-se em acidentes aparatosos (requisitos que muitos ilusoriamente defendem ser necessários para se alcançar neste desporto o estatuto de herói global), Massimo ia preparando com consistência aquilo que os mais atentos já antecipavam: o assalto ao título mundial nos anos seguintes. 

O final da temporada de 1986 traria mutações significativas no mundial de Ralis, e o ano seguinte começava sob signo das maiores incógnitas. 

A Lancia, ao contrário de algumas das principais rivais, sinalizava a sua presença no WRC com três carros (agora o modelo Delta HF de tração total) confiados a Juha Kankkunen, Markku Alén (os dois grandes dominadores da temporada anterior) e Biasion

Ao homem de Bassano del Grappa estava fadado o papel de patinho feio numa equipa com duas estrelas de tremenda qualidade como os citados finlandeses, pelo que nas bolsas de apostas certamente poucos (à exceção talvez de Nini Russo) investiriam na hipótese do italiano desequilibrar os pratos da balança em seu favor. 

A história de braço dado com os números, porém, demonstra o contrário. 

III)

A partir de 1987 e até 1990, Massimo Biasion abria um ciclo de quatro anos de ouro na sua carreira, obtendo quinze triunfos em provas do campeonato do mundo de Ralis (em vinte e sete provas disputadas, um número fabuloso – 55,55% - se atendarmos à concorrência da altura), averbando vinte e um pódios (77,77%, simplesmente soberbo), duzentas e cinquenta e seis vitórias em classificativas, apenas não concluindo três desses Ralis, e só um deles (Sanremo/1990) por despiste. 

Em vinte e sete Ralis disputados nessas quatro temporadas, como referimos, ‘Miki’ apenas não passou pela liderança dos mesmos, ainda que por um escasso troço, em sete meras ocasiões (1987: Portugal e Córsega. 1988: Monte Carlo. 1989: Mil Lagos. 1990: Monte Carlo, Acrópole e Grã-Bretanha/RAC)

Sem termos inventariado com rigor, são números que talvez só (ou nem) o próprio Loeb tenha almejado nas quatro melhores temporadas do respetivo percurso desportivo. 

Miki’ Biasion foi o primeiro piloto a introduzir um elemento de latinidade no campeonato do mundo de Ralis, colocando perentoriamente um ponto final na aura de invencibilidade dos nórdicos. 

Sem um estilo de condução tão arrebatador (a sua regularidade e consistência são assaz impressionantes) quanto alguns dos seus adversários, sem deixar grandes ‘marcas de guerra’ (condição tantas vezes essencial para alcandorar grandes pilotos ao patamar de deuses)  nos automóveis que guiou na carreira desportiva, sem laivos de exuberância que não raras vezes se confundem com sabedoria de condução, foi porém um piloto excecional, capaz de expressar qualidade nos mais diversos palcos, das estradas geladas de Monte Carlo aos ultrarrápidos estradões de África… da Lagoa Azul a Arganil! 

IV)

Há quatro Ralis que mais que todos os outros ficam indelevelmente associados à carreira de Biasion: o Rali do seu próprio país, Sanremo, além da Acrópole, Argentina e Portugal. 

Foi naturalmente na prova do seu país natal, em 1980, que fez a estreia em Ralis integrados no campeonato do mundo de Ralis. 

O resultado seria aziago, ao ver-se forçado à desistência na sequência de problemas de diferencial no Opel Ascona que ao tempo tripulava. 

Até 1995 participou ininterruptamente no evento. 

Dos registos constam três vitórias, aliás consecutivas (1987 a 1989), aliadas a três outras presenças no pódio (3.º em 1984; 2.º em 1991; 3.º em 1994), além de dois quartos lugares (1992 e 1995, embora neste último caso não estando a prova integrada no campeonato de mundo de pilotos, em virtude do esquema de rotatividade que então vigorava), um quinto (1983), dois sextos (1981 e 1985) e um oitavo posto final (1982)

Não concluiu a prova em 1980, 1990 e 1993. 

Foi na edição do Rali Sanremo de 1981, apenas a sua segunda participação no campeonato do mundo de Ralis, que obteve o seu primeiro triunfo em classificativas no mundial e os seus primeiros pontos na classificação reservada a pilotos. 

V)

Se os resultados em Itália são impressionantes, noutras paragens mediterrânicas (Grécia) não o serão menos. 

Em dez visitas ao país helénico, triunfou por três vezes (1988, 1989, 1993), acumulando outros quatro pódios (2.º em 1986; 3.º em 1990, 1991 e 1992), sendo sétimo em 1985 e desistindo na estreia e derradeira participação na prova (1984 e 1994, respetivamente)

VI)

As deslocações de Biasion à América do Sul, designadamente ao país do Maradona e do Papa Francisco, numa prova tão longa e difícil retumbaram num êxito sem precedentes: os piores resultados sempre que logrou terminar foram… segundos lugares! 

Ganharia logo na estreia em 1986 (aliás, o primeiro de dezassete triunfos no campeonato do mundo), repetindo o feito em 1987 e 1990. 

Concluiu no lugar intermédio do pódio em 1988, 1991 e 1993. 

Desistiu apenas na última deslocação à Argentina, em 1994. 

Portugal é outro exemplo de uma prova onde Biasion acumulou um conjunto de resultados assinalável, mas dela daremos conta com mais pormenor ainda no decurso do presente trabalho. 

VII)

Em 1991, não obstante ter averbado cinco classificações no pódio (2.º em Monte Carlo, Argentina e Sanremo; 3.º em Portugal e Grécia), a estrela de Biasion começava a empalidecer. 

Na comparação com os seus colegas de equipa, sobretudo com Kankkunen (campeão do mundo nessa temporada com 150 pontos, contra um 4.º lugar final de Massimo com ‘escassos’ 69), os resultados ficaram aquém dos pergaminhos do talentoso italiano, viu-se a braços com duas quase inéditas desistências por acidente (Quénia e Grã-Bretanha - esta a última prova que viria a disputar ao serviço da Lancia, não obstante ainda assim ter conseguido vencer uma especial nas difíceis florestais britânicas -), e face até a alguma indefinição no projeto desportivo da marca de Turim, intuiu, talvez, a necessidade de abraçar novo desafio na sua carreira desportiva. 

Animada com o retumbante brilharete do então desconhecido Delecour no Rali de Monte Carlo  em 1991, onde só uma derradeira passagem pelo decisivo Col du Turini, último troço da prova, fez desequilibrar os pratos da balança a favor de Sainz, a Ford para 1992 renovou a aposta no mundial de Ralis procurando repetir façanhas passadas na modalidade. 

O projeto em torno do icónico RS200 tinha terminado abruptamente, e volvidos meia-dúzia de anos era tempo da marca da oval azul regressar às provas de estrada (de onde, com maior ou menor envolvimento oficial, não saiu até hoje)

O modelo escolhido foi a versão de quatro rodas motrizes do Sierra, que tanto êxito havia oferecido ao construtor americano nas competições de velocidade, mas cedo se percebeu que as caraterísticas e dimensões do automóvel não casavam na perfeição com troços duros e especialmente sinuosos, algo tão contranatura como pretender-se colocar um TGV a andar depressa no elevador do Lavra. 

Encontrando-se os melhores pilotos encaixados nas principais rivais, Biasion, pelo seu talento e experiência, era ao momento o melhor que o mercado podia oferecer e, nesse sentido, foi com alguma lógica que pela primeira vez em dez anos o bicampeão do mundo tripulou outro carro que não um Lancia. 

Esse ano, 1992, foi complexo para ‘Miki’, que nunca se entendeu com o carro, com a equipa, e com o seu colega Delecour (e não o escondeu sequer publicamente)

Ainda assim, sem hipóteses de lutar pelos triunfos em condições normais, o italiano fez da regularidade a sua melhor arma para conseguir dois pódios (2.º em Portugal; 3.º na Acrópole), concluir todos os sete Ralis em que participou, terminando a temporada no 4.º posto final (60 pontos) na frente de Delecour (6.º, com 45 pontos)

No ano seguinte, a Ford, ciente das insuficiências do Sierra, dava um ambicioso passo em frente em termos desportivos ao apresentar o saudoso e sempre belo Escort Cosworth de ‘grupo A’.

Mantendo a dupla de pilotos do ano anterior, a época viria a ser marcada por alguma irregularidade exibicional, alternando triunfos (três para Delecour; um, na Grécia, para Massimo) com desistências. 

Ainda assim, a equipa dos carros azuis e brancos veria François ser vice-campeão do mundo, repetindo ‘Miki’ o quarto final no mundial de pilotos pela quarta época consecutiva (além da citada vitória na Grécia, pódios também em Monte Carlo, Portugal e Argentina, acumulados com desistências na Nova Zelândia, Austrália e Sanremo)

O ano seguinte constituiu a despedida de Massimo Biasion da alta-roda dos Ralis. 

Já sem o fulgor dos seus melhores anos, ainda assim competiu em oito Ralis, conquistou mais dois pódios para o seu riquíssimo palmarés (nos ‘inevitáveis’ Portugal e Sanremo), mas três desistências todas por problemas de motor aliadas ao desconforto que sentia no seio da equipa, terão conduzido à decisão de se retirar do campeonato do mundo de Ralis após uma longa e profícua carreira. 

É difícil caraterizar por palavras alguém que só dez anos após a sua estreia em provas do mundial (quando elas tinham muitos mais quilómetros cronometrados comparativamente ao que se verifica hoje) é que desiste por acidente de sua responsabilidade (Sanremo/1990)

Como qualificar um piloto que em setenta e oito presenças no campeonato do mundo soma quarenta pódios (mais de metade das participações redundaram numa posição dentro dos três primeiros classificados, portanto), cinquenta e nove classificações em lugares pontuáveis, e apenas quatro desistências por despiste? 

Que dizer de um condutor que em onze anos de presença regular no pináculo das competições de estrada, apenas averba dezoito abandonos, alguns deles (Portugal/1986, Córsega/1985 e 1986) por motivos extradesportivos? 

Excetuando italianos, na simpatia e preferência dos adeptos de Ralis ao redor do planeta o nome de Biasion não é sequer considerado. 

Aliás, se nos é permitido sintetizar, a ideia generalizada é que até ao final dos ‘grupo B’ os nórdicos mandavam nos Ralis, depois houve ali uns anos em que o KKK ganhou mundiais, apareceu o Sainz, depois o McRae, logo de seguida o Makkinen, o Gronholm era realmente bom, o Solberg muito extrovertido, e o Loeb reinou nove anos. 

Não conhecemos alguém que afirme perentoriamente ser Massimo Biasion o seu piloto preferido. 

No entanto, como pensamos que este trabalho demonstra, o italiano foi um dos maiores talentos da história da modalidade. 

Um Biasion estruturalmente Biasionen

VIII)

Com um talento muito especial para brilhar em provas difíceis, é de forma natural que o Rali de Portugal aparece indelevelmente associado a letras de ouro ao palmarés do piloto italiano.

No nosso país começou por dar nas vistas no Rali da Madeira em 1983, pontuável para o Europeu da modalidade, onde venceu de forma categórica rumo a um título que no final da época lhe abriu as portas do campeonato do mundo.

Confirmando dar-se bem com os ares nacionais, nos anos seguintes expressaria a sua enorme categoria nas florestais portuguesas conseguindo um conjunto de resultados só ao alcance de verdadeiros predestinados.

Uma súmula numérica das suas prestações no Rali de Portugal, com identificação de todos os troços que venceu e uma descrição de alguns indicadores estatísticos, é o exercício que lhe deixamos já de seguida.

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Carro: Lancia Rally 037 evo.
Navegador: Tiziano Siviero.
Vitórias em classificativas: cinco.
Classificativas disputadas: quarenta e cinco.


TRIUNFOS:

CLASSIFICATIVA: Gradil.

EXTENSÃO: 6,50 quilómetros.
TEMPO REALIZADO: 3m:35s (ex-aequo com Attilio Bettega).
MÉDIA HORÁRIA: 108,84 kms/h.

CLASSIFICATIVAMontejunto.
EXTENSÃO13,50 quilómetros.
TEMPO REALIZADO6m:21s.
MÉDIA HORÁRIA127,56 kms/h.

CLASSIFICATIVAFigueiró dos Vinhos.
EXTENSÃO20,50 quilómetros.
TEMPO REALIZADO12m:59s.
MÉDIA HORÁRIA94,74 kms/h.

CLASSIFICATIVACampelo.
EXTENSÃO10,50 quilómetros.
TEMPO REALIZADO7m:10s (ex-aequo com Attilio Bettega).
MÉDIA HORÁRIA87,91 kms/h.

CLASSIFICATIVAPréstimo.
EXTENSÃO12,50 quilómetros.
TEMPO REALIZADO7m:33s (ex-aequo com Attilio Bettega).
MÉDIA HORÁRIA99,34 kms/h.


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CarroLancia Rally 037.
NavegadorTiziano Siviero.
Vitórias em classificativasdoze.
Classificativas disputadasquarenta e sete.


TRIUNFOS:

CLASSIFICATIVAPeninha 1.
EXTENSÃO6,50 quilómetros.
TEMPO REALIZADO3m:42s.
MÉDIA HORÁRIA105,41 kms/h.

CLASSIFICATIVASintra 1.
EXTENSÃO10,50 quilómetros.
TEMPO REALIZADO6m:45s.
MÉDIA HORÁRIA93,33 kms/h.

CLASSIFICATIVAPeninha 2.
EXTENSÃO6,50 quilómetros.
TEMPO REALIZADO3m:43s (ex-aequo com Walter Rohrl e Timo Salonen).
MÉDIA HORÁRIA104,93 kms/h.

CLASSIFICATIVASintra 2.
EXTENSÃO10,50 quilómetros.
TEMPO REALIZADO6m:40s.
MÉDIA HORÁRIA94,50 kms/h.

CLASSIFICATIVASintra 3.
EXTENSÃO10,50 quilómetros.
TEMPO REALIZADO6m:39s (ex-aequo com Walter Rohrl).
MÉDIA HORÁRIA94,74 kms/h.

CLASSIFICATIVAGradil.
EXTENSÃO6,50 quilómetros.
TEMPO REALIZADO3m:28s.
MÉDIA HORÁRIA112,50 kms/h.

CLASSIFICATIVAFigueiró dos Vinhos.
EXTENSÃO20,50 quilómetros.
TEMPO REALIZADO12m:49s.
MÉDIA HORÁRIA95,97 kms/h.

CLASSIFICATIVACampelo.
EXTENSÃO10,50 quilómetros.
TEMPO REALIZADO7m:03s.
MÉDIA HORÁRIA89,36 kms/h.

CLASSIFICATIVASerra da Lousã.
EXTENSÃO25,0 quilómetros.
TEMPO REALIZADO14m:46s.
MÉDIA HORÁRIA101,58 kms/h.

CLASSIFICATIVAPréstimo.
EXTENSÃO12,50 quilómetros.
TEMPO REALIZADO7m:28s.
MÉDIA HORÁRIA100,45 kms/h.

CLASSIFICATIVAOliveira de Frades.
EXTENSÃO8,50 quilómetros.
TEMPO REALIZADO4m:36s.
MÉDIA HORÁRIA110,87 kms/h.

CLASSIFICATIVAMartinchel.
EXTENSÃO9,00 quilómetros.
TEMPO REALIZADO6m:17s.
MÉDIA HORÁRIA85,94 kms/h.

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CarroLancia Delta S4.
NavegadorTiziano Siviero.
Vitórias em classificativasuma.
Classificativas disputadastrês.


TRIUNFOS:

CLASSIFICATIVASintra 1.
EXTENSÃO10,50 quilómetros.
TEMPO REALIZADO6m:47s.
MÉDIA HORÁRIA92,87 kms/h.

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CarroLancia Delta HF 4WD.
NavegadorTiziano Siviero.
Vitórias em classificativastreze.
Classificativas disputadastrinta e sete.


TRIUNFOS:

CLASSIFICATIVAFreita.
EXTENSÃO24,20 quilómetros.
TEMPO REALIZADO16m:38s.
MÉDIA HORÁRIA87,29 kms/h.

CLASSIFICATIVAPejão.
EXTENSÃO7,10 quilómetros.
TEMPO REALIZADO5m:10s.
MÉDIA HORÁRIA82,45 kms/h.

CLASSIFICATIVASão Lourenço.
EXTENSÃO26,30 quilómetros.
TEMPO REALIZADO23m:05s.
MÉDIA HORÁRIA68,36 kms/h.

CLASSIFICATIVACovelo de Paiva 1.
EXTENSÃO15,40 quilómetros.
TEMPO REALIZADO9m:57s (ex-aequo com Markku Alén).
MÉDIA HORÁRIA92,86 kms/h.

CLASSIFICATIVAViseu 1.
EXTENSÃO20,70 quilómetros.
TEMPO REALIZADO14m:20s.
MÉDIA HORÁRIA86,65 kms/h.

CLASSIFICATIVACovelo de Paiva 2.
EXTENSÃO15,40 quilómetros.
TEMPO REALIZADO10m:06s (ex-aequo com Juha Kankkunen).
MÉDIA HORÁRIA91,49 kms/h.

CLASSIFICATIVAViseu 2.
EXTENSÃO20,70 quilómetros.
TEMPO REALIZADO14m:35s.
MÉDIA HORÁRIA85,37 kms/h.

CLASSIFICATIVASão Gião 2.
EXTENSÃO17,50 quilómetros.
TEMPO REALIZADO13m:56s.
MÉDIA HORÁRIA75,36 kms/h.

CLASSIFICATIVAPiódão 2.
EXTENSÃO24,00 quilómetros.
TEMPO REALIZADO18m:07s.
MÉDIA HORÁRIA79,48 kms/h.

CLASSIFICATIVAArganil 2.
EXTENSÃO22,50 quilómetros.
TEMPO REALIZADO15m:04s.
MÉDIA HORÁRIA89,60 kms/h.

CLASSIFICATIVALousã.
EXTENSÃO10,70 quilómetros.
TEMPO REALIZADO7m:51s.
MÉDIA HORÁRIA81,78 kms/h.

CLASSIFICATIVAMartinchel.
EXTENSÃO9,10 quilómetros.
TEMPO REALIZADO6m:16s.
MÉDIA HORÁRIA87,13 kms/h.

CLASSIFICATIVACoruche.
EXTENSÃO20,30 quilómetros.
TEMPO REALIZADO10m:19s.
MÉDIA HORÁRIA118,06 kms/h.

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CarroLancia Delta Integrale.
NavegadorCarlo Cassina.
Vitórias em classificativasquinze.
Classificativas disputadastrinta e sete.


TRIUNFOS:

CLASSIFICATIVAEstoril.
EXTENSÃO11,60 quilómetros.
TEMPO REALIZADO8m:10s (ex-aequo com Mikael Ericsson).
MÉDIA HORÁRIA85,22 kms/h.

CLASSIFICATIVAMontejunto.
EXTENSÃO9,60 quilómetros.
TEMPO REALIZADO5m:12s.
MÉDIA HORÁRIA110,77 kms/h.

CLASSIFICATIVACampelo.
EXTENSÃO10,50 quilómetros.
TEMPO REALIZADO7m:13s.
MÉDIA HORÁRIA87,30 kms/h.

CLASSIFICATIVAPréstimo.
EXTENSÃO12,00 quilómetros.
TEMPO REALIZADO7m:43s.
MÉDIA HORÁRIA91,49 kms/h.

CLASSIFICATIVAOliveira de Frades.
EXTENSÃO8,40 quilómetros.
TEMPO REALIZADO4m:45s (ex-aequo com Didier Auriol).
MÉDIA HORÁRIA106,11 kms/h.

CLASSIFICATIVAFreita.
EXTENSÃO24,30 quilómetros.
TEMPO REALIZADO15m:56s.
MÉDIA HORÁRIA91,51 kms/h.

CLASSIFICATIVAArouca.
EXTENSÃO22,30 quilómetros.
TEMPO REALIZADO14m:20s.
MÉDIA HORÁRIA93,35 kms/h.

CLASSIFICATIVAFafe/Lameirinha 1.
EXTENSÃO10,10 quilómetros.
TEMPO REALIZADO7m:04s (ex-aequo com Hannu Mikkola e Markku Alén).
MÉDIA HORÁRIA85,75 kms/h.

CLASSIFICATIVACabeceiras/São Nicolau.
EXTENSÃO13,60 quilómetros.
TEMPO REALIZADO9m:16s.
MÉDIA HORÁRIA88,06 kms/h.

CLASSIFICATIVACovelo de Paiva 1.
EXTENSÃO15,40 quilómetros.
TEMPO REALIZADO9m:45s.
MÉDIA HORÁRIA94,77 kms/h.

CLASSIFICATIVAViseu 1.
EXTENSÃO20,80 quilómetros.
TEMPO REALIZADO13m:23s.
MÉDIA HORÁRIA93,25 kms/h.

CLASSIFICATIVAViseu 2.
EXTENSÃO20,80 quilómetros.
TEMPO REALIZADO13m:34s.
MÉDIA HORÁRIA91,99 kms/h.

CLASSIFICATIVAPiódão 1.
EXTENSÃO24,00 quilómetros.
TEMPO REALIZADO17m:32s.
MÉDIA HORÁRIA82,13 kms/h.

CLASSIFICATIVAArganil 1.
EXTENSÃO22,40 quilómetros.
TEMPO REALIZADO14m:40s.
MÉDIA HORÁRIA91,64 kms/h.

CLASSIFICATIVAPiódão 2.
EXTENSÃO24,00 quilómetros.
TEMPO REALIZADO17m:40s.
MÉDIA HORÁRIA81,51 kms/h.

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CarroLancia Delta Integrale.
NavegadorTiziano Siviero.
Vitórias em classificativasdezassete.
Classificativas disputadastrinta e sete.


TRIUNFOS:


CLASSIFICATIVAEstoril.
EXTENSÃO5,50 quilómetros.
TEMPO REALIZADO4m:05s (ex-aequo com Carlos Sainz e Markku Alén).
MÉDIA HORÁRIA80,82 kms/h.

CLASSIFICATIVAArganil.
EXTENSÃO12,70 quilómetros.
TEMPO REALIZADO8m:26s (ex-aequo com Didier Auriol).
MÉDIA HORÁRIA90,36 kms/h.

CLASSIFICATIVACaramulo.
EXTENSÃO14,10 quilómetros.
TEMPO REALIZADO8m:46s.
MÉDIA HORÁRIA96,50 kms/h.

CLASSIFICATIVAPréstimo.
EXTENSÃO11,90 quilómetros.
TEMPO REALIZADO7m:36s.
MÉDIA HORÁRIA93,95 kms/h.

CLASSIFICATIVAFreita.
EXTENSÃO24,20 quilómetros.
TEMPO REALIZADO18m:02s.
MÉDIA HORÁRIA80,52 kms/h.

CLASSIFICATIVAArouca.
EXTENSÃO22,30 quilómetros.
TEMPO REALIZADO15m:21s.
MÉDIA HORÁRIA87,17 kms/h.

CLASSIFICATIVAFafe/Lameirinha 1.
EXTENSÃO10,10 quilómetros.
TEMPO REALIZADO6m:48s.
MÉDIA HORÁRIA89,12 kms/h.

CLASSIFICATIVAArcos/Portela.
EXTENSÃO26,50 quilómetros.
TEMPO REALIZADO19m:20s.
MÉDIA HORÁRIA82,24 kms/h.

CLASSIFICATIVASão Lourenço.
EXTENSÃO26,40 quilómetros.
TEMPO REALIZADO26m:12s.
MÉDIA HORÁRIA60,46 kms/h.

CLASSIFICATIVACovelo de Paiva 1.
EXTENSÃO15,40 quilómetros.
TEMPO REALIZADO9m:45s.
MÉDIA HORÁRIA94,77 kms/h.

CLASSIFICATIVAViseu 2.
EXTENSÃO20,80 quilómetros.
TEMPO REALIZADO13m:49s.
MÉDIA HORÁRIA90,33 kms/h.

CLASSIFICATIVAArganil/Fajão 1.
EXTENSÃO: 32,50 quilómetros.
TEMPO REALIZADO23m:43s.
MÉDIA HORÁRIA82,22 kms/h.

CLASSIFICATIVAPorto da Balsa 1.
EXTENSÃO14,80 quilómetros.
TEMPO REALIZADO12m:18s.
MÉDIA HORÁRIA72,20 kms/h.

CLASSIFICATIVAPorto da Balsa 2.
EXTENSÃO14,80 quilómetros.
TEMPO REALIZADO12m:19.
MÉDIA HORÁRIA72,10 kms/h.

CLASSIFICATIVAPescansecos.
EXTENSÃO11,40 quilómetros.
TEMPO REALIZADO8m:22s.
MÉDIA HORÁRIA81,75 kms/h.

CLASSIFICATIVAPampilhosa da Serra.
EXTENSÃO12,90 quilómetros.
TEMPO REALIZADO11m:37s.
MÉDIA HORÁRIA66,63 kms/h.

CLASSIFICATIVAAmoreira.
EXTENSÃO16,00 quilómetros.
TEMPO REALIZADO13m:56s.
MÉDIA HORÁRIA68,90 kms/h.

1 9 9 0


CarroLancia Delta HF Integrale 16v.
NavegadorTiziano Siviero.
Vitórias em classificativastreze.
Classificativas disputadastrinta e oito.

TRIUNFOS:

CLASSIFICATIVAJamor.
EXTENSÃO2,50 quilómetros.
TEMPO REALIZADO1m:47s.
MÉDIA HORÁRIA84,11 kms/h.

CLASSIFICATIVACampelo.
EXTENSÃO10,42 quilómetros.
TEMPO REALIZADO7m:48s (ex-aequo com Carlos Sainz).
MÉDIA HORÁRIA80,15 kms/h.

CLASSIFICATIVACaramulo.
EXTENSÃO14,11 quilómetros.
TEMPO REALIZADO8m:33s.
MÉDIA HORÁRIA99,02 kms/h.

CLASSIFICATIVAMontim 1.
EXTENSÃO6,65 quilómetros.
TEMPO REALIZADO3m:49s (ex-aequo com Didier Auriol e Juha Kankkunen).
MÉDIA HORÁRIA104,54 kms/h.

CLASSIFICATIVASanta Luzia.
EXTENSÃO18,98 quilómetros.
TEMPO REALIZADO12m:32s.
MÉDIA HORÁRIA90,86 kms/h.

CLASSIFICATIVACabeceiras.
EXTENSÃO13,51 quilómetros.
TEMPO REALIZADO8m:58s (ex-aequo com Didier Auriol).
MÉDIA HORÁRIA90,40 kms/h.

CLASSIFICATIVAAboboreira.
EXTENSÃO20,98 quilómetros.
TEMPO REALIZADO14m:43s.
MÉDIA HORÁRIA85,54 kms/h.

CLASSIFICATIVACovelo de Paiva.
EXTENSÃO15,40 quilómetros.
TEMPO REALIZADO9m:34s.
MÉDIA HORÁRIA96,59 kms/h.

CLASSIFICATIVAArganil/Folques 1.
EXTENSÃO25,74 quilómetros.
TEMPO REALIZADO19m:07s.
MÉDIA HORÁRIA80,79 kms/h.

CLASSIFICATIVAPorto da Balsa.
EXTENSÃO14,70 quilómetros.
TEMPO REALIZADO11m:51s.
MÉDIA HORÁRIA74,43 kms/h.

CLASSIFICATIVAArganil/Folques 2..
EXTENSÃO25,74 quilómetros.
TEMPO REALIZADO19m:07s.
MÉDIA HORÁRIA80,79 kms/h.

CLASSIFICATIVAPescansecos.
EXTENSÃO11,40 quilómetros.
TEMPO REALIZADO8m:10s.
MÉDIA HORÁRIA83,76 kms/h.

CLASSIFICATIVAAbrantes.
EXTENSÃO15,32 quilómetros.
TEMPO REALIZADO8m:46s.
MÉDIA HORÁRIA104,85 kms/h.

1 9 9 1


CarroLancia Delta HF Integrale 16v.
NavegadorTiziano Siviero.
Vitórias em classificativasseis.
Classificativas disputadastrinta e seis.

TRIUNFOS:

CLASSIFICATIVACaramulo.
EXTENSÃO14,10 quilómetros.
TEMPO REALIZADO8m:46s.
MÉDIA HORÁRIA96,50 kms/h.

CLASSIFICATIVAFreita.
EXTENSÃO24,20 quilómetros.
TEMPO REALIZADO18m:36s.
MÉDIA HORÁRIA78,06 kms/h.

CLASSIFICATIVAArouca.
EXTENSÃO22,20 quilómetros.
TEMPO REALIZADO14m:55s.
MÉDIA HORÁRIA89,30 kms/h.

CLASSIFICATIVAAboboreira.
EXTENSÃO21,00 quilómetros.
TEMPO REALIZADO15m:04s.
MÉDIA HORÁRIA83,63 kms/h.

CLASSIFICATIVAAbrantes.
EXTENSÃO15,30 quilómetros.
TEMPO REALIZADO8m:30s.
MÉDIA HORÁRIA108,00 kms/h.

CLASSIFICATIVACoruche.
EXTENSÃO20,30 quilómetros.
TEMPO REALIZADO9m:36s.
MÉDIA HORÁRIA126,88 kms/h.

1 9 9 2

CarroFord Sierra Cosworth 4x4.
NavegadorTiziano Siviero.
Vitórias em classificativasquatro.
Classificativas disputadasquarenta.


TRIUNFOS:

CLASSIFICATIVACaramulo.
EXTENSÃO14,10 quilómetros.
TEMPO REALIZADO7m:56s.
MÉDIA HORÁRIA106,64 kms/h.

CLASSIFICATIVAArmamar.
EXTENSÃO9,30 quilómetros.
TEMPO REALIZADO6m:21s.
MÉDIA HORÁRIA87,87 kms/h.

CLASSIFICATIVAFolques/Colmeal 1.
EXTENSÃO17,30 quilómetros.
TEMPO REALIZADO12m:51s (ex-aequo com Armin Schwarz).
MÉDIA HORÁRIA80,78 kms/h.

CLASSIFICATIVA: Linhares 1.
EXTENSÃO11,00 quilómetros.
TEMPO REALIZADO8m:31s.
MÉDIA HORÁRIA77,50 kms/h.

1 9 9 3


CarroFord Escort RS Cosworth.
NavegadorTiziano Siviero.
Vitórias em classificativasoito.
Classificativas disputadastrinta e sete.

TRIUNFOS:

CLASSIFICATIVAMontejunto.
EXTENSÃO9,57 quilómetros.
TEMPO REALIZADO4m:57s (ex-aequo com François Delecour).
MÉDIA HORÁRIA116,00 kms/h.

CLASSIFICATIVACampelo.
EXTENSÃO10,35 quilómetros.
TEMPO REALIZADO6m:52s.
MÉDIA HORÁRIA90,44 kms/h.

CLASSIFICATIVALameirinha 1.
EXTENSÃO10,04 quilómetros.
TEMPO REALIZADO6m:42s.
MÉDIA HORÁRIA89,91 kms/h.

CLASSIFICATIVACarvalho de Rei.
EXTENSÃO10,85 quilómetros.
TEMPO REALIZADO7m:40s (ex-aequo com François Delecour).
MÉDIA HORÁRIA84,91 kms/h.

CLASSIFICATIVAAboboreira.
EXTENSÃO20,84 quilómetros.
TEMPO REALIZADO14m:33s (ex-aequo com Colin McRae).
MÉDIA HORÁRIA80,78 kms/h.

CLASSIFICATIVAViseu.
EXTENSÃO22,93 quilómetros.
TEMPO REALIZADO14m:40s.
MÉDIA HORÁRIA93,80 kms/h.

CLASSIFICATIVAPampilhosa da Serra.
EXTENSÃO12,83 quilómetros.
TEMPO REALIZADO11m:03s.
MÉDIA HORÁRIA69,67 kms/h.

CLASSIFICATIVACoruche.
EXTENSÃO19,52 quilómetros.
TEMPO REALIZADO9m:35s.
MÉDIA HORÁRIA122,21 kms/h.

1 9 9 4


CarroFord Escort RS Cosworth.
NavegadorTiziano Siviero.
Vitórias em classificativassete.
Classificativas disputadastrinta e seis.


TRIUNFOS:

CLASSIFICATIVAPiódão.
EXTENSÃO18,47 quilómetros.
TEMPO REALIZADO12m:11s.
MÉDIA HORÁRIA90,96 kms/h.

CLASSIFICATIVASever do Vouga.
EXTENSÃO7,74 quilómetros.
TEMPO REALIZADO5m:22s (ex-aequo com François Delecour e Bruno Thiry).
MÉDIA HORÁRIA86,53 kms/h.

CLASSIFICATIVASão Lourenço.
EXTENSÃO26,31 quilómetros.
TEMPO REALIZADO19m:44s (ex-aequo com Colin McRae).
MÉDIA HORÁRIA80,00 kms/h.

CLASSIFICATIVAFolques/Lomba.
EXTENSÃO15,13 quilómetros.
TEMPO REALIZADO10m:10s.
MÉDIA HORÁRIA89,29 kms/h.

CLASSIFICATIVALinhares.
EXTENSÃO11,33 quilómetros.
TEMPO REALIZADO8m:41s (ex-aequo com Juha Kankkunen).
MÉDIA HORÁRIA78,29 kms/h.

CLASSIFICATIVAAmoreira.
EXTENSÃO15,90 quilómetros.
TEMPO REALIZADO12m:45s.
MÉDIA HORÁRIA74,82 kms/h.

CLASSIFICATIVACoruche.
EXTENSÃO19,50 quilómetros.
TEMPO REALIZADO9m:33s.
MÉDIA HORÁRIA122,51 kms/h.

MASSIMO BIASION EM PORTUGAL:
- factos e curiosidades -

- Ao longo da sua carreira, 'Miki' disputou onze edições do Rali de Portugal (ininterruptamente entre 1984 e 1994).

- Venceu sempre pelo menos uma classificativa em cada uma dessas onze participações na prova portuguesa.

- A edição de 1986 foi aquela onde (compreensivelmente) ganhou menos troços: apenas um ('Sintra 1').

- A edição de 1989 foi a mais profícua em termos de vitórias em especiais: nada menos que dezassete num total de trinta e sete que compunham o evento (45,95% de triunfos).

- Em onze participações no Rali de Portugal, apenas não liderou a prova, ainda que por um único troço, em duas ocasiões: 1987 e 1992. 

- Esteve no comando da prova portuguesa (ainda que apenas provisoriamente), portanto, em 81,82% das vezes que constou da lista de inscritos do evento.

- É o único piloto até hoje a ter conseguido vencer o Rali de Portugal três vezes consecutivas.

- Com três triunfos na etapa portuguesa do campeonato do mundo de Ralis (1988, 1989 e 1990), integra conjuntamente com Sébastien Ogier e Hannu Mikkola a guarda de honra ao recorde de cinco triunfos averbados por Markku Alén.

- Desde que o Rali de Portugal assumiu uma faceta mundialista em 1973, conjuntamente com os seus compatriotas Raffaele Pinto (1974) e Sandro Munari (1976), além de Colin McRae (1999), com a sua vitória em 1988 faz parte do restrito lote de pilotos a terminarem no lugar mais alto do pódio liderando todas as classificativas de uma edição do evento.

- Na prova maior do automobilismo português, Massimo venceu, como se referiu, três vezes em onze participações, o que equivale a 27,27% de triunfos no cômputo do total de presenças na prova.

- Averbou um total de oito presenças no pódio (2.º em 1985; 1.º em 1988; 1.º em 1989; 1.º em 1990; 3.º em 1991; 2.º em 1992; 2.º em 1993; 3.º em 1994) em onze deslocações a Portugal, o que se traduz numa soberba percentagem de 72,73% de chegadas nos três primeiros lugares no total de presenças no evento. 

- O total de classificativas dos onze Ralis de Portugal que disputou, descontadas já as que entre 1984 e 1994 foram canceladas/anuladas pela organização da prova, são quatrocentas e trinta e oito.

- Destas, o piloto italiano apenas não cumpriu quarenta e cinco (por motivos extradesportivos e alheios a si), correspondentes ao abandono das equipas de fábrica na edição de 1986, na sequência do acidente de Joaquim Santos e Miguel Oliveira em 'Lagoa Azul 1'.

- O que significa que 'Miki' percorreu na prova um total de trezentas e noventa e três especiais.

- Triunfou em cento e uma ocasiões nos troços portugueses, concluindo-se que foi o mais veloz em 25,70% das classificativas que disputou no evento (um rácio admirável).

- Em termos de vitórias em troços, no nosso Rali averbou 27,08% do total conquistado ao longo da carreira no mundial de Ralis (373 triunfos).

- No Rali de Portugal, foi na décima classificativa disputada nas nossas florestais que chegou ao primeiro triunfo (Gradil/1984).

- Despediu-se da nossa prova da melhor forma, sendo o mais rápido na última especial que disputou em Portugal (Coruche/1994).

- Comandou o Rali de Portugal, entre 1984 e 1994, durante cento e vinte e três classificativas.

- Liderou, portanto, em 31.30% dos troços que efetivamente cumpriu na prova.

IX)

Diversos dados estatísticos alusivos ao percurso de Massimo Biasion no campeonato do mundo de Ralis poderão ser consultados aqui.

O elenco pormenorizado dos setenta e oito Ralis em que participou no WRC poderá ser aprofundado aqui.

A página do piloto italiano na wikipédia é consultável aqui.











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