P.E.C. Nº 328: El Cóndor


I)

Onde se escreve sobre Ralis do caraças...

O final dos anos setenta coincide com um tempo especialmente fervilhante nos Ralis, em que confluíram em simultâneo muitas coisas ao mundial da modalidade. 

Coisas positivas, note-se. 

É nessa altura que se dissemina pelos quatro cantos do planeta a divulgação de imagens televisivas da competição, alcandorando-a em pouco tempo a patamares de popularidade à escala global (ou quase…) impensáveis poucos anos antes. 

É nesses anos que a Saab, inspirada no que já se verificava então na F1, decide implementar a tecnologia turbo nos seus automóveis de Ralis, que rapidamente exerceria um efeito de contágio a praticamente todas as marcas ligadas às provas de estrada. 

No fecho da década aparece o Quattro, e a revolução que operou na filosofia de construção de carros para Ralis encontra ecos ainda nos dias de hoje. 

É aí que se institucionaliza formalmente o campeonato de mundo de pilotos, condição indispensável para ao longo dos tempos e até à atualidade a modalidade ter produzido os seus heróis e, porque não, também os seus vilões, todos eles, ao fim ao cabo, referências incontornáveis deste desporto com o qual se acabam por confundir. 

Com todas estas variáveis em mãos, sabendo que a Europa começava a não conseguir suster o forte interesse pelo WRC que começava a desenhar-se fora do velho continente, a FI(S)A intuiu a necessidade de imprimir um cunho planetário ao campeonato do mundo, e é nesse enquadramento que, em 1980, a caravana de carros e pilotos inflete à América do Sul para aí disputar o Rali Codasur (o acrónimo da Confederação Sul-Americana do Desporto Automóvel), predecessor daquilo que hoje se conhece como Rali da Argentina

Não obstante estarmos no país do Fangio e, ao tempo, do Carlos Reutemann, e por sinal até se disputar ininterruptamente (à exceção de 1976) desde 1971 um Grande Prémio de F1 em Buenos Aires, os Ralis já tinham imensa popularidade no país das pampas

Dois anos (1980 e 1981, com a base de operações do evento sedeada em San Miguel de Tucumán) serviram para medir o pulsar à etapa argentina do campeonato do mundo de Ralis. 

O caro leitor perdoar-nos-á seguramente o excesso linguístico, mas aquele era (só podia!...) um Rali do caraças!

para lhe darmos uma noção: troços com extensão acima de cem quilómetros eram mais que muitos (um caso houve, em 1980, em que se chegou aos 160 – não é lapso… - quilómetros de trajeto ininterrupto em luta contra o relógio…) ultrapassavam-se os mil e duzentos quilómetros de percurso total seletivo (o máximo de troços que a prova teve, nesses dois anos, foram dezassete especiais na edição de 1981), as médias horárias em competição oscilavam entre o lento (sessenta e oito quilómetros/hora) e o supersónico (cento e sessenta e um quilómetros/hora na classificativa mais veloz de tais edições do Codasur…), e à exceção do troço de abertura em 1981, com catorze quilómetros de percurso, não reza a estatística ter havido qualquer outra especial abaixo dos trinta quilómetros nessas duas ocasiões do evento. 

Do caraças, portanto. 

Não obstante a seletividade do Rali, os tempos eram politicamente conturbados no país argentino. 

Um clima de forte tensão política com Inglaterra, a propósito do conflito das ilhas Malvinas/Falkland, trazia repercussões ao nível do automobilismo. 

Pressões de diversa ordem, provindas, alegadamente, de terras de sua majestade, ditariam a perda do Grande Prémio de F1 em 1981 (os bólides regressariam anos mais tarde à capital da Argentina, entre 1995 e 1998)

Não obstante o sucesso imediato do Rally Codasur nas suas duas primeiras edições, a própria FI(S)A em 1982 não se fez rogada em deslocalizar a etapa sul-americana do WRC para o Brasil. 

A falta de entusiasmo dos nossos irmãos do lado de lá do Atlântico por esta coisa dos Ralis (efeito Fittipaldi e Piquet a funcionar, pois claro…) deu o mote para, logo no ano seguinte, à Argentina ser de novo confiada a organização de um evento pontuável para o mundial da especialidade, desta feita com base de operações sedeada em San Carlos de Bariloche, para a partir de 1984 e até hoje (exceção feita à edição de 1992 que, por uma vez, regressou às origens em Tucumán) ser Córdoba quem tem recebido sempre a caravana do WRC de braços abertos. 

Quando um Rali se cristaliza durante tantos anos calendário do mundial de Ralis, inevitavelmente há locais que com o passar de tempo se afirmam como postais ilustrados do evento. 

É o caso, entre outros, do nosso Confurco e/ou Salto da Pedra Sentada, que automaticamente identificam em qualquer parte do mundo tratar-se de Portugal, nomeadamente do nosso Rali. 

Raciocínio idêntico aplica-se às classificativas. 

Pelas suas caraterísticas singulares, pelos desafios que colocam aos pilotos, pela fotogenia e telegenia, ou pela popularidade que granjeiam junto dos aficionados, há estradas para Ralis que alcançam o estatuto de ‘clássicos incontornáveis’, como, entre outras, Fafe/Lameirinha, o Turini, a Panzerplatte, ou (é dele que cuida o presente trabalho) um dos mais fabulosos troços de Ralis em todo o mundo: El Cóndor.


II)

El Cóndor...

Nascido para o mundial de Ralis em 1986, El Cóndor, na versão que o celebrizou, é um troço com extensão total a rondar os dezasseis quilómetros (ver quadro de resultados abaixo) e tem características que o tornam único em todo o planeta. 

Desde logo a sua extrema sinuosidade e sucessivos encadeados de curvas a obrigar a muito braço e condução precisa, em que a velocidade média final não ultrapassa, para os mais rápidos, os setenta e cinco quilómetros/hora. 

Por outro lado, todo o misticismo ligado ao facto de ter acesso quase ‘impossível’ às suas zonas mais altas, algo que obriga o público a aceder ao local muitas horas antes de o troço começar (e cujos acessos ao mesmo também encerram muitas horas antes dos carros começarem a rodar…), num clima de grande festa... antes da festa. 

A morfologia de El Cóndor é excecional. 

curvas. 

Muitas curvas. 

As curvas estão, aliás, para um troço de Ralis como o esférico está para o futebol: há que saber dominá-las na perfeição para se conseguir com eficácia levar o carro até à baliza de tempos final. 

El Cóndor funciona no WRC como uma espécie de anticlímax do Ouninpohja

Onde na conhecida classificativa da Finlândia se roda a velocidades proibitivas, se encontram curvas (ou muitas vezes algo aparentado com isso…) invariavelmente rápidas, em terreno quase plano e no meio de vegetação com muito arvoredo a ‘delimitar’ a especial, na Argentina há, pelo contrário, vincada sinuosidade, pouquíssimas retas, enormes rochedos na berma da estrada, e nos topos do troço uma paisagem inóspita, austera, absolutamente despida do verde da natureza.

Na especial das pampas há, diríamos, muitas curvas de nível.


Automobilística e geograficamente falando.


São mais de setecentos e cinquenta metros de desnível entre o ponto mais alto da classificativa (disputada acima de 2.100 metros de altitude, coincidente com o início do troço) e a zona mais próxima do nível médio das águas do mar.


Diversas pontes em ferro e madeira, móveis, caracterizam o percurso desta especial.


A terra, dizem, tem um sistema nervoso especialmente frágil por aquelas bandas.


De vez em quando tem ataques de pânico e começa com tremores e suores necessariamente quentes.


As pontes, erguidas sobre pequenos desfiladeiros, são erigidas assim para pelos vistos gozar com os movimentos das placas tectónicas em tais paragens.


El Cóndor é uma das mais fabulosas classificativas para Ralis em todo o mundo.


Uma pesquisa, ainda que simples, na internet (exercício didático que recomendamos vivamente), observando fotos ou vídeos, permite vislumbrar a grandeza esmagadora daquele trajeto.


Como se de um rio com o leito seco se tratasse, serpenteando entre rochas.


Sugerimos-lhe, caro visitante, que invista tempo e veja com atenção os vídeos que abaixo partilhamos, sobretudo o onboard de Ogier percorrendo a totalidade de El Cóndor na edição de 2015 do Rali da Argentina.


Além da tremenda sinuosidade da estrada e do piso em alguns locais áspero como a barba de quatro dias, é indescritível a quantidade de público, quais bandos de Condores à solta, que ladeiam ambas as margens de toda a especial.


entre nós, caro visitante, lá no hemisfério sul andam é a copiar o nosso Fafe Rally Sprint e nem sequer pagam direitos de autor...


III)

A história, contada em nomes e números...

1 9 8 6

Data: 9 de agosto.
Designação: El Cóndor – Bif.
Extensão: 29,57 quilómetros.
Vencedor(es):
a) Piloto(s): Jorge Recalde.
b) Navegador(es): Jorge del Buono.
c) Carro(s): Lancia Delta S4.
Melhor tempo realizado: 20m:59s.
Média horária: 84,55 kms/hora.

1 9 8 7

Data: 6 de agosto.
Designação: El Cóndor – Bifurcacion Ruta.
Extensão: 29,57 quilómetros.
Vencedor(es):
a) Piloto(s): Kenneth Eriksson.
b) Navegador(es): Peter Diekmann.
c) Carro(s): Volkswagen Golf GTi.
Melhor tempo realizado: 22m:17s.
Média horária: 79,62 kms/hora.

1 9 8 8

Data: 4 de agosto.
Designação: El Cóndor – Bifurcacion Ruta.
Extensão: 29,57 quilómetros.
Vencedor(es):
a) Piloto(s): Jorge Recalde.
b) Navegador(es): Jorge del Buono.
c) Carro(s): Lancia Delta Integrale.
Melhor tempo realizado: 21m:44s.
Média horária: 81,63 kms/hora.

1 9 8 9

Data: 3 de agosto.
Designação: El Cóndor – Emp Ruta Nueva.
Extensão: 16,87 quilómetros.
Vencedor(es):
a) Piloto(s): Jorge Recalde.
b) Navegador(es): Jorge del Buono.
c) Carro(s): Lancia Delta Integrale.
Melhor tempo realizado: 14m:56s.
Média horária: 67,78 kms/hora.

1 9 9 0

Data: 26 de julho.
Designação: Giulio Cesare El Cóndor – Parque Cerrado.
Extensão: 16,87 quilómetros.
Vencedor(es):
a) Piloto(s): Massimo Biasion.
b) Navegador(es): Tiziano Siviero.
c) Carro(s): Lancia Delta HF Integrale 16v.
Melhor tempo realizado: 14m:14s.
Média horária: 71,11 kms/hora.

1 9 9 1

Data: 25 de julho.
Designação: El Cóndor.
Extensão: 16,87 quilómetros.
Vencedor(es):
a) Piloto(s): Didier Auriol.
b) Navegador(es): Bernard Occelli.
c) Carro(s): Lancia Delta HF Integrale 16v.
Melhor tempo realizado: 14m:15s.
Média horária: 71,03 kms/hora.

1 9 9 3

Data: 16 de julho.
Designação: El Cóndor - Copina.
Extensão: 16,87 quilómetros.
Vencedor(es):
a) Piloto(s): Massimo Biasion.
b) Navegador(es): Tiziano Siviero.
c) Carro(s): Ford Escort RS Cosworth.
Melhor tempo realizado: 14m:25s.
Média horária: 70,21 kms/hora.

1 9 9 4

Data: 1 de julho.
Designação: Copina.
Extensão: 16,87 quilómetros.
Vencedor(es):
a) Piloto(s): Didier Auriol.
b) Navegador(es): Bernard Occelli.
c) Carro(s): Toyota Celica Turbo 4WD (ST 185).
Melhor tempo realizado: 14m:12s.
Média horária: 71,28 kms/hora.

1 9 9 6

Data: 4 de julho.
Designação: El Cóndor - Copina.
Extensão: 16,83 quilómetros.
Vencedor(es):
a) Piloto(s): Carlos Sainz.
b) Navegador(es): Luis Moya.
c) Carro(s): Ford Escort RS Cosworth.
Melhor tempo realizado: 14m:06s.
Média horária: 71,62 kms/hora.

1 9 9 7

Data: 23 de maio.
Designação: El Cóndor - Copina.
Extensão: 16,98 quilómetros.
Vencedor(es):
a) Piloto(s): Tommi Makinen.
b) Navegador(es): Seppo Harjanne.
c) Carro(s): Mitsubishi Lancer Evo IV.
Melhor tempo realizado: 14m:16s.
Média horária: 71,41 kms/hora.

1 9 9 8

Data: 22 de maio.
Designação: El Cóndor - Copina.
Extensão: 16,98 quilómetros.
Vencedor(es):
a) Piloto(s): Colin McRae.
b) Navegador(es): Nicky Grist.
c) Carro(s): Subaru Impreza WRC98.
Melhor tempo realizado: 14m:01,3s.
Média horária: 72,60 kms/hora.

1 9 9 9

Data: 23 de maio.
Designação: El Cóndor – Copina A.
Extensão: 8,39 quilómetros.
Vencedor(es):
a) Piloto(s): Colin McRae.
b) Navegador(es): Nicky Grist.
c) Carro(s): Ford Focus WRC.
Melhor tempo realizado: 6m:49,9s.
Média horária: 73,69 kms/hora.

Data
: 23 de maio.

Designação: El Cóndor – Copina B.
Extensão: 16,98 quilómetros.
Vencedor(es):
a) Piloto(s): Juha Kankkunen.
b) Navegador(es): Juha Repo.
c) Carro(s): Subaru Impreza WRC99.
Melhor tempo realizado: 13m:44,2s.
Média horária: 74,17 kms/hora.

2 0 0 0

Data: 14 de maio.
Designação: El Cóndor.
Extensão: 16,77 quilómetros.
Vencedor(es):
a) Piloto(s): Richard Burns.
b) Navegador(es): Robert Reid.
c) Carro(s): Subaru Impreza WRC2000.
Melhor tempo realizado: 15m:12,6s.
Média horária: 66,15 kms/hora.

2 0 0 1

Data: 6 de maio.
Designação: El Cóndor.
Extensão: 16,77 quilómetros.
Vencedor(es):
a) Piloto(s): Colin McRae.
b) Navegador(es): Nicky Grist.
c) Carro(s): Ford Focus RS WRC 01.
Melhor tempo realizado: 13m:50,3s.
Média horária: 72,71 kms/hora.

2 0 0 2

Data: 19 de maio.
Designação: El Cóndor.
Extensão: 16,77 quilómetros.
Vencedor(es):
a) Piloto(s): Marcus Gronholm.
b) Navegador(es): Timo Rautiainen.
c) Carro(s): Peugeot 206 WRC (2001).
Melhor tempo realizado: 13m:52,6s.
Média horária: 72,51 kms/hora.

2 0 0 4

Data: 18 de julho.
Designação: El Cóndor - Copina.
Extensão: 16,77 quilómetros.
Vencedor(es):
a) Piloto(s): Harri Rovanpera.
b) Navegador(es): Risto Pietilainen.
c) Carro(s): Peugeot 307 WRC.
Melhor tempo realizado: 14m:06,3s.
Média horária: 71,34 kms/hora.

2 0 0 5

Data: 17 de julho.
Designação: El Cóndor – Copina 1.
Extensão: 16,82 quilómetros.
Vencedor(es):
a) Piloto(s): Sébatien Loeb.
b) Navegador(es): Dainel Elena.
c) Carro(s): Citroen Xsara WRC.
Melhor tempo realizado: 13m:45,5s.
Média horária: 73,35 kms/hora.

Data: 17 de julho.
Designação: El Cóndor – Copina 2.
Extensão: 16,82 quilómetros.
Vencedor(es):
a) Piloto(s): Petter Solberg.
b) Navegador(es): Phil Mills.
c) Carro(s): Subaru Impreza WRC2005.
Melhor tempo realizado: 13m:36,8s.
Média horária: 74,13 kms/hora.

2 0 0 6

Data: 30 de abril.
Designação: El Cóndor – Copina.
Extensão: 16,82 quilómetros.
Vencedor(es):
a) Piloto(s): Petter Solberg.
b) Navegador(es): Phil Mills.
c) Carro(s): Subaru Impreza WRC2006.
Melhor tempo realizado: 13m:40,2s.
Média horária: 73,83 kms/hora.

2 0 0 7

Data: 6 de maio.
Designação: El Cóndor – Copina 1.
Extensão: 16,82 quilómetros.
Vencedor(es):
a) Piloto(s): Dani Sordo.
b) Navegador(es): Marc Marti.
c) Carro(s): Citroen C4 WRC.
Melhor tempo realizado: 13m:39,9s.
Média horária: 73,85 kms/hora.

Data: 6 de maio.
Designação: El Cóndor – Copina 2.
Extensão: 16,82 quilómetros.
Vencedor(es):
a) Piloto(s): Dani Sordo.
b) Navegador(es): Marc Marti.
c) Carro(s): Citroen C4 WRC.
Melhor tempo realizado: 13m:46,8s.
Média horária: 73,24 kms/hora.

2 0 0 8

Data: 30 de maio.
Designação: El Cóndor – Copina.
Extensão: 15,99 quilómetros.
Vencedor(es):
a) Piloto(s): Sébastien Loeb.
b) Navegador(es): Daniel Elena.
c) Carro(s): Citroen C4 WRC.
Melhor tempo realizado: 15m:08,6s.
Média horária: 63,35 kms/hora.

2 0 0 9

Data: 25 de abril.
Designação: El Cóndor – Copina 1.
Extensão: 16,29 quilómetros.
Vencedor(es):
a) Piloto(s): Sébatien Loeb.
b) Navegador(es): Dainel Elena.
c) Carro(s): Citroen Xsara WRC.
Melhor tempo realizado: 13m:04,6s.
Média horária: 74,74 kms/hora.

Data: 25 de abril.
Designação: El Cóndor – Copina 2.
Extensão: 16,29 quilómetros.
Vencedor(es):
a) Piloto(s): Jari-Matti Latvala.
b) Navegador(es): Miikka Anttila.
c) Carro(s): Ford Focus WRC 08.
Melhor tempo realizado: 13m:06,5s.
Média horária: 74,56 kms/hora.

2 0 1 1

Data: 27 de maio.
Designação: “Citroen” El Cóndor – Cuesta Blanca 1.
Extensão: 37,32 quilómetros.
Vencedor(es):
a) Piloto(s): Jari-Matti Latvala.
b) Navegador(es): Miikka Anttila.
c) Carro(s): Ford Fiesta RS WRC.
Melhor tempo realizado: 23m:18,9s.
Média horária: 96,04 kms/hora.

Data: 27 de maio.
Designação: “Citroen” El Cóndor – Cuesta Blanca 2.
Extensão: 37,32 quilómetros.
Vencedor(es):
a) Piloto(s): Sébastien Loeb.
b) Navegador(es): Daniel Elena.
c) Carro(s): Citroen DS3 WRC.
Melhor tempo realizado: 23m:19,4s.
Média horária: 96,01 kms/hora.

2 0 1 2

Data: 29 de abril.
Designação: El Cóndor – Copina.
Extensão: 16,32 quilómetros.
Vencedor(es):
a) Piloto(s): Petter Solberg.
b) Navegador(es): Chris Patterson.
c) Carro(s): Ford Fiesta RS WRC.
Melhor tempo realizado: 13m:17,5s.
Média horária: 73,67 kms/hora.

Data: 29 de abril.
Designação: El Cóndor – Casilla Negra.
Extensão: 11,16 quilómetros.
Vencedor(es):
a) Piloto(s): Petter Solberg.
b) Navegador(es): Chris Patterson.
c) Carro(s): Ford Fiesta RS WRC.
Melhor tempo realizado: 9m:37,6s.
Média horária: 69,56 kms/hora.

2 0 1 3

Data: 4 de maio.
Designação: “Speedagro” El Cóndor – Copina.
Extensão: 16,32 quilómetros.
Vencedor(es):
a) Piloto(s): Jari-Matti Latvala.
b) Navegador(es): Miikka Anttila.
c) Carro(s): Volkswagen Polo R WRC.
Melhor tempo realizado: 13m:02,2s.
Média horária: 75,11 kms/hora.

Data: 4 de maio.
Designação: “Speedagro” El Cóndor.
Extensão: 16,32 quilómetros.
Vencedor(es):
a) Piloto(s): Jari-Matti Latvala.
b) Navegador(es): Miikka Anttila.
c) Carro(s): Volkswagen Polo R WRC.
Melhor tempo realizado: 12m:57,2s.
Média horária: 75,69 kms/hora.

2 0 1 4

Data: 11 de maio.
Designação: El Cóndor – Copina.
Extensão: 16,32 quilómetros.
Vencedor(es):
a) Piloto(s): Mikko Hirvonen.
b) Navegador(es): Jarmo Lehtinen.
c) Carro(s): Ford Fiesta RS WRC.
Melhor tempo realizado: 14m:57,8s.
Média horária: 65,44 kms/hora.

Data: 11 de maio.
Designação: “Volkswagen” Power Stage El Cóndor.
Extensão: 16,32 quilómetros.
Vencedor(es):
a) Piloto(s): Sébastien Ogier.
b) Navegador(es): Julien Ingrassia.
c) Carro(s): Volkswagen Polo R WRC.
Melhor tempo realizado: 14m:29,3s.
Média horária: 67,59 kms/hora.

2 0 1 5

Data: 26 de maio.
Designação: El Cóndor.
Extensão: 16,32 quilómetros.
Vencedor(es):


a) Piloto(s): Sébastien Ogier.
b) Navegador(es): Julien Ingrassia.
c) Carro(s): Volkswagen Polo R WRC.
Melhor tempo realizado: 12m:59,6s.
Média horária: 75,36 kms/hora.



IV)

Mapa interativo (trajeto a azul)


V)

Diversos biopics de El Cóndor...
















AS FOTOS PUBLICADAS NESTE TRABALHO FORAM OBTIDAS EM:
- http://staticmd1.lavozdelinterior.com.ar/sites/default/files/styles/landscape_1008_566/public/nota_periodistica/ultimo-tramo.jpg
- http://www.rallyargentina.com/wp-content/uploads/2011/05/12-14-A2-1024x724.jpg
- http://i.imgur.com/y3hFGrD.png
- http://www.rallyargentino.org.ar.php53-7.dfw1-2.websitetestlink.com/foto_noti/condor_copina.jpg
- http://rallyargentina.com/galeria-de-imagenes/nggallery/galerias-2/xion-rally-argentina-2015-domingo


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